Finalmente o mundo descobriu o espírito de porco dos brasileiros?

Havia uma grande misperception sobre os brasileiros no imaginário sobretudo dos europeus: um povo 'alegre', 'sensual', 'acolhedor'. Muito desse erro se deve aos intelectuais e artistas brasileiros da década de 50, que faziam a interlocução entre Brasil e mundo. Bossa Nova, Carnival, Soccer, Beach. Que grande falsificação! 

Mal sabiam os gringos que enquanto João Gilberto cantava "o barquinho vai... A tardinha cai...", nos rincões do país, a miséria mais absoluta se materializava em corpos desnutridos e inertes. Não há revolta no Brasil, porque o povo não tem espírito, talvez por isso confundam o sangue de barata com satisfação.

 O que é a figura da mulata — o mais efetivo folclore nacional? Esconde o desfile de corpos disformes e mal nutridos. E o calor dos brasileiros? O jeitinho? A vigarice passive-agressive? 

Cai por terra um grande engano agora que vêem como genocidam os índios, como incendiam as florestas, como ignoram centenas de milhares de mortes na pandemia. Agora veem como os discursos não passam de dissimulação bem feita, como a religiosidade é vendilhã farisaica, como a festa é nababesca, como sorri quem enfia dinheiro no c.u. 

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