Anônimo
Anônimo perguntou em Sociedade e CulturaReligião e Espiritualidade · Há 1 mês

Se existisse reencarnação seria bom ou ruim?

Porque?

24 Respostas

Classificação
  • psO458
    Lv 7
    Há 1 mês

    Alguém poderia explicar aos que apedrejam a teoria da reencarnação que a mesma não significa que a pessoa voltará em nova vida e sim o espírito que nela habita?

    Havia alusão na bíblia e, no  Concílio Ecumênico de Constantinopla (553) que a reencarnação foi retirada do cristianismo pelo imperador Justiniano e sua esposa Teodora. Quer dizer, se a bíblia era a "palavra do deus", neste caso as palavras do imperador e sua esposa soaram mais alto que a do criador.

  • Há 1 mês

    Mas reencarnação existe sim. 

  • Há 1 mês

    Seria bom

    Afinal a vida humana é boa 

    E Satanás gosta de oferecer coisas boas a nós. Comer do fruto da Árvore do conhecimento, por exemplo, era algo bom, porém proibido por Deus que queria dar a Adão algo melhor, ou seja, Deus daria de comer a Adão e Eva de conhecimento e os alimentaria apenas com o bem. O homem, em desobediência a Deus optou por se alimentar do bem e do mal. Note, nem sempre algo bom promove o bem 

    Para que em busca do bom deixarmos de optar pelo melhor de Deus em nossas vidas

    O Ótimo que Deus nos oferece é ressureição, vida nova e eterna em uma das muitas moradas do Pai

    O que Deus têm preparado para os seus supera qualquer expectativa que possamos ter, sonhar, imaginar

    Muitos se contentam com o bom e acabam por perder o melhor 

  • Há 1 mês

    O dia que algum Evangélico me explicar por que uma criança nasce aleijada ou com qualquer tipo de doença de país pobres morando em uma favela, eu começo a acreditar na bíblia que diz "Hebreus 9:27:>  aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo, depois disso o Juízo"....onde um Zé ninguém (afinal, quem???) que supostamente por "inspiração divina " disse algo que, pela ICAR, virou verdade incontestável...mesmo que contrarie todas as evidências de milhares de casos meticulosamente estudados e documentados.

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  • L M
    Lv 7
    Há 1 mês

    Contemporaneamente o médico  e professor canadense Ian Stevenson (1918 – 2007), é muito conhecido  diretor dos departamentos de parapsicologia e psiquiatria comportamental da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, catalogou mais de 2000 casos de pessoas - na maioria crianças - que espontaneamente manifestaram recordações de vidas passadas. Stevenson publicou farto material baseado em diversos testemunhos e relatos de familiares que vivenciaram tais acontecimentos. Livro reúne casos na Índia, no Ceilão, no Alasca, no Líbano e no Brasil. Os casos dessas lembranças, investigados pelo doutor Stevenson  - livro 20 Casos de Reencarnação  - Não disponível em livrarias,  em segunda edição esgotado publicado em 1966 (1ª. edição.) e 1974 (2ª. ediçao.) .

    Uma das mais divulgadas de todas as pesquisas sobre o fenômeno da sobrevivência à morte física foi realizada pelo psiquiatra e Doutor em Filosofia Raymond Moody Jr., em seu livro Vida depois da Vida. Todos os pacientes declararam a sensação de flutuar fora do corpo no meio de uma profunda sensação de paz e totalidade.

    Muitos tinham a plena consciência da ajuda de outras pessoas na passagem para um outro plano de existência. Alguns afirmavam ter visto parentes e amigos já falecidos. Em outros casos, a pessoa dizia ter sido saudada por alguma figura religiosa, coincindindo com suas crenças.

    Dr. Moody acabou sistematizando as experiências relatadas numa espécie de modelo exemplar onde todas as semelhanças e pontos foram colocados juntos:

    "Um homem está morrendo e, quando chega ao ponto de maior aflição física, ouve seu médico declará-lo morto. Começa a ouvir um ruído desagradável, um zumbido alto ou toque de campainhas, e ao mesmo tempo se sente movendo muito rapidamente através de um longo e escuro túnel. Depois disso, repentinamente, encontra-se fora de seu corpo físico, e vê seu próprio corpo à distância, como se fosse um espectador. Assiste às tentativas de ressurreição deste ponto de vista inusitado em um estado de perturbação emocional.

    Depois de algum tempo, acalma-se e vai se acostumando à estranha condição. Observa que ainda tem um "corpo', mas de natureza diferente e com capacidades muito diferentes das do corpo físico que deixou para trás. Logo outras coisas começam a acontecer. Outros vem ao seu encontro e o ajudam. Vê de relance os espíritos de parentes e amigos que já morreram e aparece diante dele um caloroso espírito de uma espécie que ele nunca encontrou antes - um espírito de luz. Este ser pede-lhe, sem usar palavras, que reexamine sua vida e o ajuda, mostrando uma recapitulação panorâmica e instantânea dos principais acontecimentos de sua vida. Em algum ponto encontra-se chegando perto de uma espécie de barreira ou fronteira, representando aparentemente, o limite entre a vida terrena e a vida seguinte.---"

    Depois da morte do corpo o espírito retorna para o Mundo Espiritual de onde ele veio antes de reencarnar na Terra; mas pode perambular um pouco visitando os lugares que conheceu quando vivo.

     Será que vamos ficar armazenados em algum galpão celestial, aguardando o juízo final? Ou quem sabe, prostrados diante do trono divino, em adoração, pela eternidade afora? Ou talvez sentados à beira de uma nuvem tocando harpa?

    Será que uma natureza dinâmica como é a do ser humano iria suportar um estado de inatividade, inócuo e vazio, por toda eternidade?

    São os próprios espíritos que têm dado as mais completas explicações sobre esse outro lado da vida.

    André Luiz por intermédio do médium Chico Xavier nos mostra esse outro lado da vida muito parecido com o lado de cá. Há muitas semelhanças. Ninguém fica vagando no espaço como alma penada, nem tocando harpa na beira da nuvem. O mundo espiritual, para os espíritos, é tão real e dinâmico quanto o nosso mundo físico é para nós.

    Entre os hindus, o princípio da reencarnação era ensinado 1.300 anos a.C. pela filosofia dos Vedas, com o nome de metempsicose. Na Grécia antiga, a tese reencarnacionista (palingenesia) teve largo curso, relatando-se inclusive que Pitágoras se recordou de várias de suas existências anteriores, inclusive reconhecendo um escudo que dizia ter usado na guerra de Tróia, quando seu nome era Euforbus.

    Em cada reencarnação o _ novo _ corpo herda as características genéticas hereditárias na nova família em que vai reencarnar. Depois na volta desta saída , continuo pois herda também os efeitos cármicos do que praticou na reencarnação anterior

    JOANA D’ARC REENCARNAÇÃO DE JUDAS ISCARIOTES

    " Todos nós sabemos sobre as historias das vidas de Judas Iscariotes e de Joana D’arc, por isso que não vou estender sobre a historias de ambos que tem o mesmo espírito.

    Depois do ato de suicido de Judas Iscariotes, e tendo passado pouco tempo no vale dos suicidas, ele estando com o espírito profundamente perturbado e enlouquecido, recebeu a visita de Jesus, que permaneceu três dias ao seu lado até que ele adormecesse; só depois desse gesto de amor e de perdão é que Jesus apareceu materializado a Maria Madalena, segundo o Evangelho de João (20: 11 a 18).

    Judas obteve a oportunidade de reencarnar diversas vezes na Terra e a sua última reencarnação foi como Joana D’arc, a sua última prova, para resgatar seus débitos para com a sua própria consciência, e se tornar um espírito livre.

    Como Joana D’Arc, aos 13 anos de idade começou a ter visões de São Miguel que falava-lhe sobre umas novas aparições, que seria as de Santa Catarina e Santa Margarida que viriam em nome de Deus para cumprirem uma missão, e dar as ordens a Joana D’arc para liderar a França na Guerra dos Cem Anos contra a Inglaterra, como já sabemos. Depois da vitória da França, Joana foi injustamente condenada por bruxaria, heresia e por blasfêmia, por receber tais mensagens, assim considerada bruxa ela foi levada pela Inquisição, onde queimou e sofreu seus últimos instantes na Terra. Ao desencarnar ela se encontrou com Santa Catarina e Santa Margarida, que lhe disseram que Jesus estava pela sua espera há muito tempo.

    (...) Roma queria o reino da Terra. Jesus estava entre essas forças antagônicas com a sua pureza imaculada.

    Ora, eu era um dos apaixonados pelas idéias socialistas do Mestre, porém o meu excessivo zelo pela doutrina me fez sacrificar o seu fundador. Acima dos corações, eu via a política, única arma com a qual poderia triunfar e Jesus não obteria nenhuma vitória. Com as suas teorias nunca poderia conquistar as rédeas do poder, já que, no seu manto e pobre, se sentia possuído de um santo horror à propriedade.

    Planejei então uma revolta surda como se projeta hoje em dia na Terra a queda de um chefe de Estado. O Mestre passaria a um plano secundário e eu arranjaria colaboradores para uma obra vasta e enérgica como a que fez mais tarde Constantino Primeiro, o Grande, depois de vencer Maxêncio às portas de Roma, o que, aliás, apenas serviu para desvirtuar o Cristianismo. Entregando, pois, o Mestre, a Caifás, não julguei que as coisas atingissem um fim tão lamentável e, ralado de remorsos, presumi que o suicídio era a única maneira de me redimir aos seus olhos.

    – E chegou a salvar-se pelo arrependimento?

    – Não. Não consegui. O remorso é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. Depois da minha morte trágica, submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus, e as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde, imitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e da traição, deixei na Terra os derradeiros resquícios do meu crime, na Europa do século XV Desde esse dia, em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentindo na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência… "

    Segundo Humberto de Campos, pelo médium Chico Xavier, a última reencarnação de Judas Iscariotes na Terra foi da conhecida heroína francesa Joana D’Arc, queimada nas fogueiras inquisitoriais do século XV, conforme mensagem apresentada no livro Crônicas de Além Túmulo.

    Mas se analisarmos bem os fatos da Paixão de Cristo, chegaremos à conclusão de que Judas foi mais um traído do que propriamente um traidor.

    Essa afirmação tem base no diálogo entre ele e Tiago, no dia anterior à prisão de Jesus, no qual Judas revela o seu plano de simplesmente apressar o triunfo, no mundo, do Cristianismo, e não o de eliminar seu Mestre, que amava profundamente.

    Esta informação é do Espírito Humberto de Campos, publicada no livro Boa Nova, psicografado também pelo médium Chico Xavier, no capítulo A Ilusão do Discípulo.

    A prova disso está no fato de que Judas Iscariotes, ao receber do Sinédrio as trinta moedas de prata como pagamento para entregar Jesus, não esperava receber o fel da amarga desilusão, ao ver o Cristo duramente torturado. Ao perceber a traição dos fariseus, pois não era isso que desejava para o seu Mestre, ele de imediato foi devolver as moedas recebidas para desfazer o acordo infeliz. Nesta oportunidade, porém, recebeu em troca a expressão de deboche dos príncipes dos sacerdotes: “Isso é contigo”. Nada mais restava fazer para salvar o Mestre dos Mestres. Infelizmente o plano sinistro estava consumado!

    Foi então que Judas, depois de assistir as cenas do Calvário, levado por tremendo remorso, cometeu o suicídio. No entanto, Jesus, após a sua morte e tocado de compaixão, foi ao encontro do espírito enlouquecido de Judas, permanecendo três dias ao seu lado até que ele adormecesse, segundo a revelação da poetisa desencarnada Maria Dolores, no livro Coração e Vida. Só depois desse gesto de amor e de perdão é que Jesus apareceu materializado a Maria Madalena, segundo o Evangelho de João (20: 11 a 18).

  • Ester
    Lv 4
    Há 1 mês

    Não, a Bíblia não ensina nada sobre reencarnação. Na verdade, a palavra “reencarnação” nem aparece na Bíblia. A reencarnação se baseia na crença de que a alma continua viva depois que a pessoa morre. * Mas a Bíblia ensina que a alma se refere à pessoa como um todo e que a alma morre. (Gênesis 2:7, nota; Ezequiel 18:4) E, quando morre, a pessoa simplesmente deixa de existir. — Gênesis 3:19; Eclesiastes 9:5, 6.

    Qual a diferença entre reencarnação e ressurreição?

    O ensino da ressurreição, que está na Bíblia, não se baseia na crença de que a alma continua viva após a morte. Na ressurreição, as pessoas que já morreram voltarão a viver por meio do poder de Deus. (Mateus 22:23, 29; Atos 24:15) A Bíblia ensina que as pessoas que forem ressuscitadas vão voltar a viver quando a Terra se tornar um paraíso. E elas vão ter a esperança de nunca mais morrer. — 2 Pedro 3:13; Apocalipse 21:3, 4.

    Mitos que levam as pessoas a acreditar que a Bíblia ensina a reencarnação

    Mito: A Bíblia diz que o profeta Elias reencarnou como João Batista.

    Fato: Deus predisse: “Eu lhes enviarei Elias, o profeta.” Jesus mostrou que João Batista cumpriu essa profecia. (Malaquias 4:5, 6; Mateus 11:13, 14) Mas isso não significa que Elias reencarnou como João Batista. O próprio João Batista disse que ele não era Elias. (João 1:21) Em vez disso, João fez obras como as que Elias fez. Por exemplo, assim como Elias, João pregou que as pessoas tinham que se arrepender. (1 Reis 18:36, 37; Mateus 3:1) João também mostrou que era “forte e poderoso como o profeta Elias”. — Lucas 1:13-17, Bíblia na Linguagem de Hoje.

    Mito: Quando fala em “nascer de novo”, a Bíblia está falando na reencarnação.

    Fato: A Bíblia mostra que nascer de novo é um novo nascimento, só que em sentido espiritual. E ele acontece enquanto a pessoa ainda está viva. (João 1:12, 13) O novo nascimento não é uma consequência de ações passadas da pessoa. Na verdade, ele é um presente de Deus, que dá à pessoa uma maravilhosa esperança para o futuro. — João 3:3; 1 Pedro 1:3, 4.

  • Há 1 mês

    Séria péssimo, vc teria que viver de novo nesse inferno de mundo. 

  • Há 1 mês

    Pra mim existe.

  • Há 1 mês

    Se existisse reencarnação seria a mesma coisa que morrer, pois no momento que vc perder a consciência e memória dessa vida atual é a mesma coisa que ter morrido eternamente...

    Fonte(s): A observação
  • Anônimo
    Há 1 mês

    Acho que seria bom, porque você poderia ter um nova chance de viver.

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