Anônimo
Anônimo perguntou em Artes e HumanidadesHistória · Há 1 mês

Se Hitler não perseguisse os judeus e não causasse a terceira guerra invadindo a polônia, a Alemanha seria a primeira potência mundial?

11 Respostas

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  • Anônimo
    Há 1 mês
    Melhor resposta

    Não. A Alemanha teria quebrado em 1940 ou pouco depois. A recuperação industrial promovida por Hitler - baseada sobretudo na indústria militar - foi financiada com títulos de dívida que venceriam no começo da década de 40. E como Hitler não estava disposto a negociar com banqueiros (muitos deles judeus), ele precisava conquistar territórios vizinhos para obter recursos.

    A economia para os nazistas era indissociável da expansão militar.

  • Há 1 mês

    Alemanha já é a 1º potência mundial. Ela controla UE, decide os rumos da economia mundial, dita as regras no comércio, na ONU, nos tratados internacionais, controla as reuniões do G20 e do G7, Angela Merkel tem os EUA e o Japão (maiores eixos fora da UE) na palma da mão.

  • Há 1 mês

    Acredito que poderia ser sim, visto que os EUA só são o que são hoje graças justamente a 2ª guerra onde lucraram trilhões de dólares, provavelmente eles não teriam Albert Einstein (e armas nucleares) que só foi pra lá por conta da guerra entre muitos outros cientistas europeus que alavancaram o progresso nos EUA.

  • Há 1 mês

    Possivelmente, sim.

    (se seria até hoje, não sei)

    Em 1938, a produção industrial da Alemanha superou a dos Estados Unidos (que tiveram naquele ano um revés no New Deal, e talvez teriam voltado à recessão se não fosse a guerra... nunca saberemos), e já era uma economia em pleno emprego.

    Ou seja, economicamente, a Alemanha já estava a um passo desse topo.

    Porém, ter a economia em expansão e a produção industrial no topo não fazem ainda um país ser a primeira potência.

    'Potência' é um termo que começou a ser usado no século XVIII para os estados que tinham um poderio econômico e militar para interferir ou proteger estados menores, exercendo sua influência geopolítica além das próprias fronteiras.

    Por exemplo, a França de Luís XIV era uma potência.

    Para interferir em assuntos do seu interesse na Itália (então dividida em dezenas de pequenos estados), ela não precisa solicitar passagem ao ducado de Savoia, que, a rigor, era seu aliado na região e sempre autorizava a passagem. A França era a potência, e Savoia era um estado com menor força, que tinha que se submeter a uma aliança que não era vantajosa.

    Ou seja, Savoia só continuava a existir porque a França, a potência próxima, consentia...

    O caso da Alemanha era bem diferente.

    A economia tinha passado por duas crises sérias (e superado ambas) e já mostrava ao mundo que tinha voltado ao poderio militar original, com uma política de rearmamento acelerado que, em boa parte, foi a própria razão da sua recuperação econômica.

    Contudo, as limitações do Tratado de Versalhes tinham sido específicas para impedir que a Alemanha se tornasse uma potência, mesmo sabendo que seria inevitável o crescimento da sua economia a longo prazo.

    Mas a Alemanha teve que ceder todas as suas colônias.

    Sem colônias espalhadas pelo mundo (como a GB e a França) era mais mais difícil exercer a geopolítica em outros continentes. Ela foi impedida de ter uma marinha (a que tinha foi destruída), e construir navios em larga escala custaria décadas de produção, apenas para chegar ao mesmo poderio de outros países, bem mais fracos em terra.

    Outro problema que afetava a sua geopolítica foi o avanço da URSS como potência a leste.

    A Alemanha se tornou potência natural para aquela faixa de países que temiam o avanço do comunismo, mas a URSS tinha uma intelectualidade de apoio considerável em todo o Ocidente.

    (por isso, o confronto na Espanha)

    Mas... vamos supor que a deflagração da guerra não tivesse acontecido.

    (como se sabe, isso dependeria muito mais de uma disposição do próprio Hitler de não fazer exigências territoriais a leste, além de não interferir no Extremo oriente, onde a guerra China x Japão já tinha iniciado)

    O Ocidente continuaria em crise.

    Isso significaria uma sucessão de situações tensas, envolvendo choques ideológicos com uma economia a passos lentos. É possível que a França seguisse o caminha da radicalização de esquerda, como também um inevitável avanço do fascismo nesses países.

    (na realidade, a Itália desenvolvia uma geopolítica mais hábil nesse ponto, enquanto a Alemanha, logicamente, não queria estar sujeita a Mussolini...)

    Ao longo das décadas, sem perseguir os judeus e (um dia) sem Hitler, a Alemanha poderia retomar o caminho da normalização.

    Isso garantiria uma posição de hegemonia mundial nos anos 1960 e 1970.

    Depois, seria ultrapassada.

    Na realidade, uma das limitações mais severas do Tratado de Versalhes tinha sido a liquidação da sua esquadra. E navios não são tão rápidos de fazer quanto aviões. A Alemanha teria que produzir

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  • Jamais,,,,,,,,,,,,,, Hitler é louco e insano. Fico bobo quando alguns falam de Adolf Hitler como um homem sábio!! Se o mundo tivesse noção teria exterminado primeiro ele desse planeta!

  • Flor
    Lv 7
    Há 1 mês

    Kllkkkkkklllllkkkkk

  • Há 1 mês

    Não, pois a influência da Alemanha estaria restrita apenas aos países fascistas. A superpotência mundial continuaria sendo a Inglaterra.

  • Anônimo
    Há 1 mês

    Seria a 2ª guerra mundial. Se Hitler tivesse vencido essa guerra, ele estava atrás da tecnologia da bomba nuclear, aí o mundo seria outro.

  • Há 1 mês

    Terceira.....................

  • Há 1 mês

    Não, porque ela estava seguindo o caminho do capitalismo centrado no Estado, como nós fazemos até hoje. Os países que enriqueceram seguiram a economia liberal ou social liberal, o capitalismo de mercado.

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