Jesus disse:João Batista é o proprio Elias que ha de vir.qual a duvida sobre reencarnação?

Desde os tempos de João Batista até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força, e os que fazem violência são os que o arrebatam. Porque todos os profetas e a lei, até JOÃO, profetizaram. E se vós o quereis bem compreender, ELE MESMO(JOÃO BATISTA)È O ELIAS QUE HA DE VIR. O que tem ouvidos de ouvir, ouça”. (Mateus, XI: 12-15)

Se o princípio da reencarnação, expresso em São João(não pode ver o Reino de Deus senão aquele que renascer de novo) podia, a rigor, ser interpretado num sentido puramente místico, já não aconteceria o mesmo nesta passagem de São Mateus, onde não há equívoco possível: “ELE MESMO(JOÃO BATISTA)É O ELIAS QUE HA DE VIR”. Aqui não existe figura, em alegoria; trata-se de uma afirmação positiva. “Desde o tempo de João Batista até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força”, que significam estas palavras, pois João ainda vivia no momento em que foram ditas? Jesus as explica, ao dizer: “E se vós o quereis bem compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir”. Ora, João tendo sido Elias, Jesus alude ao tempo em que João vivia com o nome de Elias. “Até agora, o Reino dos Céus é tomado pela força”, é outra alusão à violência da lei mosaica, que ordenava o extermínio dos infiéis, para a conquista a Terra Prometida, Paraíso dos hebreus que, segundo a nova lei, o céu é ganho pela caridade e pela brandura. A seguir, acrescenta: “O que tem ouvidos de ouvir, ouça”. Essas palavras, tão freqüentemente repetidas por Jesus, exprimem claramente que nem todos estavam em condições de compreender certas verdades,e que até hoje muitos preferem se apegar a alegorias e ao lado mistico do que ao sentido das palavras ditas por ele.

9 Respostas

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  • Anônimo
    Há 9 anos
    Melhor resposta

    O Concílio de Constantinopla – 553 D.C

    Até meados do século VI, todo o Cristianismo aceitava a Reencarnação que a cultura religiosa oriental já proclamava milênios antes da era cristã, como fato incontestável, norteador dos princípios da Justiça Divina, que sempre dá oportunidade ao homem para rever seus erros e recomeçar o trabalho de sua regeneração, em nova existência.

    Aconteceu, porém, que o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para atender exigências do Império Bizantino, resolveu abolir tal convicção, cientificamente justificada, substituindo-a pela ressurreição, que contraria todos os princípios da ciência, pois admite a volta do ser, por ocasião de um suposto juízo final, no mesmo corpo já desintegrado em todos os seus elementos constitutivos.

    É que Teodora, esposa do famoso Imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia retornar ao mundo, na pele de uma escrava negra e, por isso, desencadeou uma forte pressão sobre o papa da época, Virgílio, que subira ao poder através da criminosa intervenção do general Belizário, para quem os desejos de Teodora eram lei.

    E assim, o Concílio realizado em Constantinopla, no ano de 553 D.C, resolveu rejeitar todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores Teólogos que a Humanidade tem conhecimento. As decisões do Concílio condenaram, inclusive, a reencarnação admitida pelo próprio Cristo, em várias passagens do Evangelho, sobretudo quando identificou em João Batista o Espírito do profeta Elias, falecido séculos antes, e que deveria voltar como precursor do Messias (Mateus 11:14 e Malaquias 4:5).

    Agindo dessa maneira, como se fosse soberana em suas decisões, a assembléia dos bispos, reunidos no Segundo Concílio de Constantinopla, houve por bem afirmar que reencarnação não existe.

    “O apóstolo Paulo falava várias vezes de um corpo espiritual, imponderável, incorruptível (1epístola aos Coríntios, 15,44) e Orígenes, discípulo de São Clemente de Alexandria, em seus comentários sobre o Novo Testamento, a firma que esse corpo, dotado de uma virtude plástica, acompanha a alma em todas as suas existências e em todas as suas peregrinações, para penetrar e informar os corpos mais ou menos grosseiros e materiais que ela reveste e que são necessários no exercício de suas diversas vidas”.

    “Orígenes e os padres alexandrinos, que sustentavam uns, a certeza, outros, a possibilidade de novas provas após a provação terrena, propunham a si mesmos a questão de saber qual o corpo que ressuscitaria no juízo final. Resolveram-na, atribuindo a ressurreição apenas ao corpo espiritual, como o fizeram Paulo e, mais tarde, o próprio Sto. Agostinho, figurando como incorruptíveis finos, tênues e soberanamente ágeis os corpos dos eleitos (Santo Agostinho, Manual, cap. XXVI). Orígenes afirmava ser a doutrina do karma e do renascimento uma doutrina cristã. Devido a esta sua crença, 299 dias após a sua morte, contra ele a igreja decretou a excomunhão. O 2º Concílio de Constantinopla, no ano 553, decretou: ’Todo aquele que defender a doutrina mística da preexistência da alma e a conseqüente assombrosa opinião de que ela retorna, seja anátema’”.

    “Até essa época, a doutrina do renascimento e do karma era aceita pela Igreja Cristã. A história do II Concílio de Constantinopla teve marcante acontecimento com a figura do imperador Justiniano, um teólogo, que queria saber mais teologia do que o papa. Sua esposa, Teodora, teve muita influência nos assuntos do governo do marido e até no que se referiu à teologia. Por ter sido ela uma prostituta, suas ex-colegas se sentiam orgulhosas e decantavam tal honra. Mas esse fato a revoltava e constituía uma desonra, fazendo com que mandasse matar todas as 500 prostitutas de Constantinopla. Os cristãos da época passaram a chamá-la de assassina e a dizer que deveria ser assassinada, quinhentas vezes, em vidas futuras. Este seria seu karma (…). “A partir daí, Teodora passou a odiar a doutrina da Reencarnação e como mandava e desmandava em meio mundo através de seu marido, resolveu partir para uma perseguição sem tréguas contra essa doutrina e contra seu maior defensor que era Orígenes”.

    O fato de que a reencarnação é parte da tradição judaica é uma surpresa para muitas pessoas. Apesar disso, são mencionadas em vários locais nos textos clássicos do misticismo judaico, começando com a importante fonte da Cabalá, o Livro do Zohar.

  • Riva
    Lv 5
    Há 9 anos

    Nenhuma dúvida, amigão. Está tudo muito claro.

    Paz e luz.

  • Anônimo
    Há 9 anos

    Respondam a minha pergunta, pois está relacionada a essa:

    http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=Am...

  • Anônimo
    Há 9 anos

    Pra mim, o princípio da reencarnação está muito claro!

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  • Há 3 anos

    Oi! Só quem desconhece para negar e são incapazes de perceber a sua volta as coisas que acontece. Reencarnação sim por que não teríamos motivos para estarmos aqui e não passaríamos por situações ruins. Bjs

  • Há 9 anos

    Lucas 1:13-17 . Esta passagem quer enfatizar o poder, autoridade e importância da mensagem que João Batista anunciaria.... João Batista seria um grande profeta, que atuaria no espírito e poder de um grande profeta antigo, que foi tremendamente respeitado. A palavra espírito aqui, não tem uma conotação de reencarnação, mas sim expressa o estilo e importância do ministério que João desempenharia.

    Em

    Judas verso 9 lemos: "Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda."

    Esta passagem é reconhecida por todos os comentaristas como sendo a ressurreição de Moisés... Após sua morte, Miguel (que é outro título de Jesus Cristo) veio e ressuscitou a Moisés... Portanto ele não apareceu do mundo dos mortos, mas veio do mesmo lugar de onde veio Elias, que foi levado vivo para o Céu.... Alias, Elias representa os que serão levados vivos ao Reino de Deus e Moisés representa os que estarão no Reino de Deus, mas experimentarão a morte....

  • Há 9 anos

    Na conversa depois da Transfiguração, Jesus afirmou que "Elias já veio, e não o reconheceram". "Então, os discípulos entenderam que lhes falara a respeito de João Batista" (Mateus 17:12-13). De fato, Jesus já havia dito que João cumpriu a profecia da vinda de Elias (Mateus 11:14; veja Malaquias 4:5).

    A profecia de Malaquias é importante, porque mostra que Deus enviaria um mensageiro para preparar o caminho de Jesus. Mas, algumas pessoas dizem que João Batista era Elias reencarnado. Vamos ver a resposta da Bíblia a essa noção.

    Devemos distinguir entre o sentido simbólico da profecia e a afirmação literal que o próprio João fez em outro lugar. João agiu do mesmo modo de Elias. Usava roupas de pêlos (Marcos 1:6; 2 Reis 1:8) e morava nos lugares desertos e afastados (Mateus 3:1; 1 Reis 17:2-6). Elias introduziu uma nova época de profecia, em que Deus julgou o povo rebelde e desobediente. João, também, introduziu uma época de nova revelação, em que o Filho de Deus veio para julgar o mundo. Mas, tudo isso não quer dizer que João era, literalmente, Elias. Quando os sacerdotes e levitas perguntaram para João: "És tu Elias? Ele disse: Não sou" (João 1:21). Ele afirmou que veio para cumprir algumas profecias do Velho Testamento, mas deixou bem claro que não era Elias.

    A doutrina de reencarnação faz parte dos ensinamentos de diversas religiões, mas não se encontra nas Escrituras. A Bíblia afirma: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo...." (Hebreus 9:27). Depois da morte, vamos ser julgados por Jesus "segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo" (2 Coríntios 5:10). Observe que ele não falou "por meio dos corpos".

    Mais uma advertência: o problema maior da doutrina de reencarnação é a idéia de aperfeiçoamento através de várias vidas. Essa noção nega a doutrina bíblica de salvação pela graça de Deus (Efésios 2:8). Mesmo se fosse possível viver mil vezes, o homem não é capaz de se salvar sozinho. Dependemos da graça do Salvador.

    Deus seja louvado!

  • Há 9 anos

    Eu mereço...

  • Há 9 anos

    .Vamos ver se consigo explicar algo importante pra vc:

    Adão e Eva...pecaram...perderam o corpo na terra...alma ficou na mão do diabo.

    Plano de Deus: Integrar novamente o homem em sua trindade (corpo + alma + espírito).

    Efetivação do plano: Foi condenado de forma injusta, nada devia, nada tinha a pagar...então será obrigado o ressarcimento daquilo que pagou indevidamente.

    Com o "crédito" de vida, adquiriu o direito sobre o homem, de sorte que novamente o homem será íntegro (corpo+alma+espírito) e NUNCA mais poderá morrer, nunca mais poderá desintegrar, pois a expiação de Cristo foi unica e infinita

    "Não será depois de muitas vidas que seu nome estára escrito no livro da vida".

    Após sua morte, haverá integração, voce terá um corpo novamente junto a tua alma e o teu espírito. Só que voce nunca mais poderá morrer e passará a eternidade ou em alegria ou em tormento eterno.

    Espero....em Cristo...quetenha compreendido o que expliquei. Pois essa explicação veio do céu.

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