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Anônimo
Anônimo perguntou em Sociedade e CulturaReligião e Espiritualidade · Há 9 anos

Vocês concordam com o gasto de grandes somas de dinheiro público em reformas de igrejas?

As igrejas são instituições privadas isentas de impostos e todo seu lucro (que não é pequeno) é enviado para uma Nação extrangeira ( Vaticano). Mas quando precisam de reformas, usa-se milhões de reais de dinheiro público para restaurações, dinheiro esse que faz falta na saúde, educação e segurança de todas as pessoas, inclusive de quem não freqüenta aquela religião.

Em Betim, MG, hoje, foi noticiado o gasto de R$ 500 000,00(verba municipal) para restaurar uma igreja. Ontem foi noticiado que nesta mesma cidade faltam creches para as crianças filhas de trabalhadores e não tinha atendimento nos postos de saúde da prefeitura.

Você acha isso justo e direito ???

17 Respostas

Classificação
  • Há 9 anos
    Resposta favorita

    Não sou católica, mas antes gastar $$ com reforma em igreja, que gastar com carnaval e outras festividades que não trazem proveito algum.

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  • Klauss
    Lv 6
    Há 9 anos

    Algumas igrejas são patrimônio histórico, tombadas pela lei. Imagina numa cidade histórica de Minas Gerais, onde as igrejas com obras de grandes artistas e que fizeram parte da história do Brasil colonial, fossem abandonadas. Qual a lógica de o Governo restaurar um monte de casarões antigos e não restaurar uma igreja só porque esta é uma igreja? Aí sim seria discriminação.

    Essas igrejas históricas são vistas pelo Estado como bens culturais, geradoras de grande receita com o turismo e importantes para preservação da história da cidade e do país. Nesses casos, o Governo não está gastando dinheiro com igrejas, ele está preservando o patrimônio histórico e cultural.

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  • Anônimo
    Há 9 anos

    Existe uma doutrina política e legal que estabelece que o governo e as instituições religiosas devam ser mantidos separados e independentes uns dos outros, e decorre diretamente do direito à liberdade religiosa, princípio básico de toda a política republicana.

    Modernamente, é reconhecida pelas constituições da maioria dos Estados democráticos, e também por diversos tratados internacionais.

    No Brasil, a separação entre a Igreja e o Estado foi efetivada em 7 de janeiro de 1.890, pelo Decreto nº 119-A, e constitucionalmente consagrada desde a Constituição de 1.891.

    A atual Constituição brasileira, de 1.988, proíbe, em seu art. 19, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, "estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento, ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança.

    Portanto, se há alguma coisa que fere a carta magna brasileira, pode e deve-se recorrer ao ministério público a fim de esclarecer ou corrigir o que estiver em desacordo com a constituição.

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  • Há 9 anos

    Compartilho da mesma opinião. O Estado deve estar engajado em dirimir problemáticas de cunho social, e não em amparar os "prejuízos" [?] de instituições religiosas.

    Quem não se lembra do famigerado anúncio de reformas em apartamentos de deputados, notícia fartamente alardeada pela mídia? Enquanto nossos estimáveis deputados fazem o sacrifício de morar em apartamentos com hidromassagem, o trabalhador brasileiro vivencia condições de moradia insalubres, onde mal dispõe de um chuveiro digno, quem dirá desfrutar de uma banheira de hidromassagem.

    Até 2014 teremos estádios de futebol magníficos. Os hospitais, por sua vez, continuarão em situação precária, e a educação pública permanecerá sucateada.

    Mas é isso que contenta o povo brasileiro - dê-lhe Pão (Bolsa-Família), dê-lhe Circo (Copa e Olimpíadas), e todos permanecem felizes e sorridentes no mítico Brasil democrático.

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  • Maktub
    Lv 6
    Há 9 anos

    Óbvio que não concordo. Da mesma forma como não concordo com o reparo e restauração de calçadas, visto que a lei é clara no que concerne a responsabilidade do dono do imóvel em frente sobre sua conservação e manutenção. E a igreja recebe dízimos e ofertas para isto também.

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  • Há 9 anos

    No argumento cristão só existem dois extremos: gastar com reforma da igreja ou com carnaval, com festas etc.

    Para ele não existe a possibilidade de investir o dinheio público com as demandas da sociedade.

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  • Há 9 anos

    A reforma tinha que ser feita com o dizimo, não é pra isso que ele serve.

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  • A C
    Lv 6
    Há 9 anos

    As igrejas em questão são monumentos históricos, trazem retorno em turismo, ao contrário das baiucas protestantes que só sugam da comunidade. Cuidado protestante, a inveja cega e mata!

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  • Anônimo
    Há 9 anos

    NÃO!!!!! NUNCA.

    A manutenção das Igrejas é mantida pelas próprias Arquidioceses. E como você disse, antes do envio do $ ao Vaticano ele deve ser utilizado para manter o local: funcionários, Padre, água, Luz, blá, blá, blá.

    Eu desconheço o fato que você citou. Mas se for uma Igreja tombada pelo IPHAN ela passa a ser mantida pelo Estado sim. Um vez que nem a própria ICAR não pode modificá-la.

    Vira patrimônio da humanidade. Como acontece em Ouro Preto, Diamantina. Mariana, SJDR, Congonhas, Tiradentes...se você é de MG você deve saber como isso funciona.

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  • Há 9 anos

    NÃO

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