É realmente científica a evolução?

Eis como é o “método científico”: Observar o que acontece; à base de tais observações, criar uma teoria quanto àquilo que talvez seja verdadeiro; testar a teoria por meio de observações adicionais e por experiências; e prestar atenção para ver se as predições baseadas na teoria se confirmam. É este o método seguido... mostrar mais Eis como é o “método científico”: Observar o que acontece; à base de tais observações, criar uma teoria quanto àquilo que talvez seja verdadeiro; testar a teoria por meio de observações adicionais e por experiências; e prestar atenção para ver se as predições baseadas na teoria se confirmam. É este o método seguido pelos que crêem na evolução e a ensinam?
O astrônomo Robert Jastrow diz: “Para o dissabor deles, [os cientistas] não dispõem duma resposta precisa, porque os químicos jamais tiveram êxito em reproduzir as experiências da natureza sobre a criação da vida à partir da matéria inanimada. Os cientistas não sabem como isso aconteceu.” — The Enchanted Loom: Mind in the Universe (Nova Iorque, 1981), p. 19.
O evolucionista Loren Eiseley reconheceu: “Após censurar o teólogo pela sua confiança no mito e no milagre, a Ciência viu-se na posição, que nada tinha de invejável, de ter de criar uma sua mitologia, isto é, de ter de assumir que aquilo que, após longo esforço, não podia ser provado tivesse acontecido hoje, se verificara, realmente, no passado primevo.” — A Imensa Jornada (Trad. de Aldo Della Nina, São Paulo, SP, Brasil, 1964), p. 164.
Segundo a revista New Scientist: “Um crescente número de cientistas, mais especificamente um avolumante número de evolucionistas . . . argumenta que a teoria darwiniana da evolução não é, de jeito nenhum, uma teoria genuinamente científica. . . . Muitos de tais críticos dispõem das mais altas credenciais intelectuais.” — 25 de junho de 1981, p. 828.
O físico H. S. Lipson disse: “A única explicação aceitável é a criação. Sei que isto é anátema para os físicos, como deveras é para mim, mas não devemos rejeitar uma teoria da qual não gostamos, se a evidência experimental a apóia.” (Grifo acrescentado.) — Physics Bulletin, 1980, Vol. 31, p. 138.
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