O governo federal designa verbas as entidades filantropicas e porque ?

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só queria entender!!
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Este é um tema que atribuem a Jesus mas, Ele mostra na parábola dos talentos que devemos investir e não esmolar..

Para mim os governos têm braços fortes o suficiente para atenderem as necessidades básicas de todos os seus colaboradores (empresas e empregados). Não deveriam doar verbas para estes organismos filantrópicos, ongs e associações. Estas são braços extras da caridade das pessoas e não das empresas e dos governos. Mas, viraram células politiqueiras e só beneficiam alguns da sua laia ou ideologia
Quando um governo é forte e justo não divide a sua responsabilidade com aqueles que forçadamente já contribuem na marra e não têm retorno à altura das suas contribuições...
Os governos não deveriam doar verbas para organismos não governamentais, mesmo porque não sobrariam tais verbas se fossem aplicadas nas áreas de sua responsabilidade..
Assim a filantropia seria realmente filantrópica e não governótrópica. É mesmo que na República do Pão e Circo de Roma. Assistencialismo e paternalismo dos governos são discriminatórios e indígnos. Um por todos e todos por um.
Os estatutos destas associações descartam qualquer participação política e aceitam membros colaboradores mas, não governos.
Melhor seria jogarem todas as verbas nas Universidades Federais, Estaduais, Municipais e CEFET´s em todo o Brasil.
Não concordo com tais contribuições dos governos em especial nas retribuições por estarem facilitando a formação de alguns de seus asseclas. As verbas são de todos e para todos e não para Formarem os amigos do peito e ideologistas baratos.. A filantropia foi criada para ajudar na sobrevivência dos excluídos pelos governos e não para graduar os seus amiguinhos em Universidades Filantrópicas. Se é filantrópica deve continuar sendo mas, com os próprios recursos das pessoas caridosas empresárias ou não. Jamais governos....


Vide o que diz: Borger, Melo Neto e Froes abaixo:

De acordo com Borger (2001, p.28), a filantropia empresarial, tradução do termo coporate philantropy, iniciou-se com a tradição protestante de doação secular norte-americana e com a origem familiar das organizações. A autora comenta que os empresários faziam doações a causas nobres, e também se envolviam diretamente em programas e projetos, como: construção de escolas, casas e hospitais para os funcionários e a comunidade local, com o intuito de contribuir para as atividades filantrópicas sem fins lucrativos. As decisões sobre para quem doar e quanto doar eram dos empresários (proprietários), sendo portanto, dos “indivíduos” e não da empresa.

Assim, a filantropia desenvolveu-se por meio de ações e atitudes individuais dos empresários, que retribuíam à sociedade parte dos lucros de suas empresas. Este comportamento, de acordo com Melo Neto e Froes (2001, p.26), reflete a prática da filantropia como “uma vocação para a benevolência, um ato de caridade para com o próximo.” Borger (2001, p.29) afirma que “a filantropia tem uma conotação assistencialista e paternalista”. Não muito diferente disso, para Melo Neto e Froes (2001) a filantropia está baseada no assistencialismo, isto é, na ajuda aos pobres, aos desfavorecidos, desvalidos, excluídos, miseráveis e enfermos, buscando contribuir para a sobrevivência desses grupos sociais desfavorecidos.

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Correto, então quer dizer que no Brasil já nasce pilantropia e depois os titulos são trocados por propina
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