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Alguém me explica por que surgiu a Igreja Luterana ?

Preciso saber com a máxima urgência, estou fazendo um trabalho valendo 50 pontos e não sei quase nada sobre isso , alguém me ajuda por favor ? Muito obrigada . Abraço .

7 Respostas

Classificação
  • Há 1 década
    Resposta favorita

    Bom... eu sei que a seita luterana veio a distorcer a verdade pertencente a ICAR.... essa seita possui uma "bíblia" mutilada.... só ensina heresias e blasfêmeas.... Lutero disse horrores a respeito de Deus... isso vc vê em seus livros....entre eles Conversas a Mesa.... essa seita não segue a Deus...e sim ao demônio!!!

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  • klogh
    Lv 6
    Há 1 década

    Das mesmas drogas das demais com muitas fantasias

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  • Lu
    Lv 6
    Há 1 década

    Da mesma forma que surgiu a I.U.M.U. – Igreja Universal Maior que o Universo.

    Lutero, a fim de embolsar a grana só para si resolveu fundar sua própria igreja, como eu fiz. Da minha igreja por enquanto só participam eu que sou o pastor e minha mulher que é obreira. E meu cachorro Totó que fica sentado na porta. Mas não tem problemas, eu também chego lá. O Edir chegou, a Sônia Hernandes chegou, o Malafaia chegou porque eu também não posso meter a mão nesse bolo?

    Venha você também para I.U.M.U. – Igreja Universal Maior que o Universo

    Lá aceitamos dízimo com débito em conta corrente.

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  • Há 1 década

    A reforma — a busca toma um novo rumo

    A VERDADEIRA tragédia da igreja medieval é que ela deixou de acompanhar os tempos. . . . Longe de ser progressiva, longe de prover liderança espiritual, ela foi retrógrada e decadente, corrupta em todos os seus setores.” Assim diz o livro A História da Reforma (em inglês) sobre a poderosa Igreja Católica Romana, que dominou a maior parte da Europa entre o 5.° século e o século 15 da EC.

    Como foi que a Igreja de Roma caiu de sua posição todo-poderosa tornando-se ‘decadente e corrupta’? Como foi que o papado, que dizia ser a sucessão apostólica, fracassou em prover “liderança espiritual”? E o que resultou desse fracasso? Para acharmos as respostas, temos de examinar brevemente que tipo de igreja ela deveras se tornara, e que papel desempenhou em ajudar a humanidade na busca do Deus verdadeiro.

    A Igreja em Declínio

    Em fins do século 15, a Igreja de Roma, com paróquias, mosteiros e conventos espalhados por todos os seus domínios, tornara-se a maior proprietária de terras de toda a Europa. Consta que ela era dona de nada menos que a metade das terras na França e na Alemanha, e dois quintos ou mais na Suécia e na Inglaterra. O resultado? O “esplendor de Roma aumentou imensuravelmente em fins dos anos 1400 e início dos 1500, e sua importância política prosperou temporariamente”, diz o livro Uma História da Civilização (em inglês). Toda essa grandeza, porém, tinha um preço, e, para mantê-la, o papado teve de encontrar novas fontes de renda. Descrevendo os vários métodos empregados, o historiador Will Durant escreveu:

    “Cada delegado eclesiástico era solicitado a enviar à Cúria Papal — escritórios de administração do papado — metade da renda de seu cargo para o primeiro ano (‘anatas’), e daí em diante um décimo ou dízimo por ano. Um novo bispo tinha de pagar ao papa uma quantia importante [pelo] pálio — tira de lã branca que servia de confirmação e insígnia de sua autoridade. Na morte de um cardeal, arcebispo, bispo ou abade, suas propriedades particulares revertiam ao papado. . . . Todo julgamento ou favor conseguido da Cúria exigia um presente como confirmação, e às vezes, o julgamento era ditado pelo presente.”

    As grandes somas que ano após ano afluíam aos cofres papais acabaram levando a muitos abusos e corrupção. Tem-se dito que ‘nem mesmo um papa pode tocar em piche sem sujar os dedos’, e a história da Igreja desse período teve o que certo historiador chamou de “uma sucessão de papas bem mundanos”. Entre estes havia Sisto IV (papa de 1471-84), que gastou enormes somas para construir a Capela Sistina, que leva seu próprio nome, e para enriquecer seus muitos sobrinhos e sobrinhas; Alexandre VI (papa de 1492-1503), o infame Rodrigo Bórgia, que abertamente reconhecia a seus filhos ilegítimos e dava-lhes cargos; e Júlio II (papa de 1503-13), sobrinho de Sisto IV, que era mais propenso a guerras, política e arte do que a seus deveres eclesiásticos. Foi com plena justificação que o erudito católico holandês, Erasmo, escreveu em 1518: “A falta de vergonha da Cúria Romana atingiu o clímax.”

    A corrupção e a imoralidade não se limitavam ao papado. Costumava-se dizer na época: “Se quer estragar seu filho, faça dele um sacerdote.” Registros daquele tempo confirmam isso. Segundo Durant, na Inglaterra, entre as “acusações de incontinência [sexual] registradas em 1499, . . . os faltosos clericais perfaziam uns 23 por cento do total, embora o clero fosse talvez menos de 2 por cento da população. Alguns confessores pediam favores sexuais a suas penitentes. Milhares de padres tinham concubinas; na Alemanha, quase todos.” (Contraste com 1 Coríntios 6:9-11; Efésios 5:5.) Os deslizes morais alcançaram também outras áreas. Consta que certo espanhol da época se queixou: “Vejo que dificilmente podemos obter algo dos ministros de Cristo sem ser por dinheiro; no batismo, dinheiro . . . no casamento, dinheiro, para confissão, dinheiro — sim, nem mesmo a extrema unção se consegue sem dinheiro! Eles não tocam os sinos sem dinheiro, não realizam funerais religiosos sem dinheiro; parece que o Paraíso está vedado aos que não têm dinheiro.” — Contraste com 1 Timóteo 6:10.

    Resumindo a situação da Igreja Romana no início do século 16, citamos as palavras de Maquiavel, famoso filósofo italiano daquela época:

    “Se a religião do cristianismo tivesse sido conservada segundo os preceitos do Fundador, o Estado e a comunidade da cristandade seriam muito mais unidos e felizes do que o são. Nem pode haver maior prova de sua decadência do que o fato de que quanto mais perto estão as pessoas da Igreja Romana, cabeça de sua religião, menos religiosas são.”

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  • Há 1 década

    Martin Lutero, um padre católico começou a ver tudo que a igreja católica estava fazendo de errado na época, então se rebelou contra a igreja.

    Mostrando fatos bíblicos que não eram respeitados.

    Veja o Filme de Lutero, tem em qualquer locadora....recomendo.

    Paz seja contigo

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  • Há 1 década

    Tah bom..resuma então

    A história da Igreja Luterana está intimamente ligada à da Reforma Protestante e à trajetória de Martinho Lutero, o líder das mudanças ocorridas no seio da Igreja Católica durante o século XVI. Lutero nasceu entre mineiros muito pobres, em Eisleben, na Alemanha. Depois de estudar Filosofia e Direito, ele decidiu tornar-se monge, e em 1505 entrou para a ordem dos Agostinianos, mesmo contra os desejos dos pais. Em 1512 ele doutorou-se em teologia, mas logo começou a sentir uma profunda aflição e mergulhou na incerteza sobre seu merecimento espiritual. Carente de paz interior, Lutero via em Deus um juiz implacável, pronto a punir os que se desviam de seus caminhos.

    Ao ministrar aulas na Universidade de Wittenberg, teve a oportunidade de estudar a Bíblia, um privilégio naquela época, já que poucos tinham o livro sagrado em mãos, e, além disso, era necessário conhecer latim, pois não eram permitidas traduções das Escrituras. Aos poucos, Lutero passa a ver os ensinamentos divinos com um novo olhar, e a partir daí, imbuído da concepção transcrita de Romanos 1.17 – “O justo viverá pela fé” -, ele instaura um movimento renovador que abalará as idéias vigentes. Segundo o reformador, nós obtemos como graça divina os dons do perdão e da vida eterna, através de nossa fé em Jesus e na sua morte na cruz como salvação da humanidade.

    Em 1517, na Alemanha, o monge Lutero promulgou as famosas 95 teses que contêm ácidas críticas ao papado e ao alto clero. Em conseqüência desse ato, ele foi excomungado em 1521.

    A Reforma Religiosa propicia a tradução da Bíblia, e milhares de pessoas têm assim finalmente o acesso às Escrituras Sagradas, e às suas próprias interpretações dos ensinamentos nelas contidos.

    .Os grandes doutores eclesiásticos tentaram de todas as maneiras fazê-lo recuar, convidando-o para discussões teológicas, com o objetivo de levá-lo a retratar-se perante a Igreja. No intuito de salvar suas idéias da perseguição sofrida, Martinho Lutero criou um grupo à parte, gerando assim a Igreja Luterana.

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  • Anônimo
    Há 1 década

    A história da Igreja Luterana está intimamente ligada à da Reforma Protestante e à trajetória de Martinho Lutero, o líder das mudanças ocorridas no seio da Igreja Católica durante o século XVI. Lutero nasceu entre mineiros muito pobres, em Eisleben, na Alemanha. Depois de estudar Filosofia e Direito, ele decidiu tornar-se monge, e em 1505 entrou para a ordem dos Agostinianos, mesmo contra os desejos dos pais. Em 1512 ele doutorou-se em teologia, mas logo começou a sentir uma profunda aflição e mergulhou na incerteza sobre seu merecimento espiritual. Carente de paz interior, Lutero via em Deus um juiz implacável, pronto a punir os que se desviam de seus caminhos.

    Ao ministrar aulas na Universidade de Wittenberg, teve a oportunidade de estudar a Bíblia, um privilégio naquela época, já que poucos tinham o livro sagrado em mãos, e, além disso, era necessário conhecer latim, pois não eram permitidas traduções das Escrituras. Aos poucos, Lutero passa a ver os ensinamentos divinos com um novo olhar, e a partir daí, imbuído da concepção transcrita de Romanos 1.17 – “O justo viverá pela fé” -, ele instaura um movimento renovador que abalará as idéias vigentes. Segundo o reformador, nós obtemos como graça divina os dons do perdão e da vida eterna, através de nossa fé em Jesus e na sua morte na cruz como salvação da humanidade.

    Em 1517, na Alemanha, o monge Lutero promulgou as famosas 95 teses que contêm ácidas críticas ao papado e ao alto clero. Em conseqüência desse ato, ele foi excomungado em 1521. Mas, rejeitado pela Igreja, ele foi acolhido por boa parte do povo e por uma nobreza interessada em tirar vantagens da situação, antevendo possibilidades de se tornar proprietária de terras que nesta época estavam sob o poder romano. Assim, ele foi salvo das chamas da fogueira e seus ensinamentos deram impulso a idéias inovadoras que alcançaram outros países europeus. Na Suíça e na França, outros adeptos deste movimento deram início a processos semelhantes. Anos depois, Lutero abandona o celibato e contrai matrimônio com Catarina de Bora.

    A Reforma Religiosa propicia a tradução da Bíblia, e milhares de pessoas têm assim finalmente o acesso às Escrituras Sagradas, e às suas próprias interpretações dos ensinamentos nelas contidos. As teses luteranas condenam, por exemplo, as indulgências como prática de troca do perdão por bens materiais e o uso do dinheiro dos freqüentadores da Igreja para enriquecer ainda mais esta Instituição. Percebe-se assim o alcance das polêmicas causadas por suas idéias. Os grandes doutores eclesiásticos tentaram de todas as maneiras fazê-lo recuar, convidando-o para discussões teológicas, com o objetivo de levá-lo a retratar-se perante a Igreja. No intuito de salvar suas idéias da perseguição sofrida, Martinho Lutero criou um grupo à parte, gerando assim a Igreja Luterana.

    O movimento luterano esta sintonizado com os eventos inerentes ao século XVI, período em que simultaneamente a burguesia ganhava espaço e a economia da Europa sofria mudanças, portanto pode-se dizer que a Reforma preenchia no homem arrojado e repleto de projetos que nascia neste momento a carência de novos valores, do reconhecimento de seus empreendimentos, da justificação da procura do lucro, até então reprovada pela Igreja Católica. Na Confissão de Augsburgo, criada por Lutero e Melanchton, editada em 1930, há um resumo das concepções luteranas. Este documento, constituído de vinte e oito artigos, foi entregue ao Imperador Carlos V e à Dieta do Santo Império Romano. Estes artigos de fé, pelo menos os vinte e um primeiros, tentam convencer seus leitores de que eles não estão construindo uma seita, pois não rejeitam as Escrituras. Do XXI ao XXVIII, abordam os exageros cometidos pela Igreja e o desejo dos luteranos de corrigir estes erros. Respondendo às acusações recebidas, Martinho Lutero reafirma sua lealdade aos credos Apostólico, Niceno e Atanasiano – os Credos Ecumênicos -, e assim recusam todo tipo de heresia. Mas, segundo Lutero, o grande problema é que a Igreja Católica acabou se desviando dos ensinamentos contidos nas Sagradas Escrituras. Cabia a ele, portanto, guiar os fiéis rumo à verdade da Bíblia. Todas as Confissões estão hoje englobadas no Livro de Concórdia, de 1580, atualmente aceito por várias igrejas luteranas existentes.

    No Brasil, Heliodoro Heoboano, filho de um confrade de Lutero, foi o primeiro luterano a desembarcar no país, no ano de 1532, em São Vicente. Mas o grupo luterano inicial foi formado apenas em 1824, no Rio de Janeiro, sob a coordenação de Friedrich Osvald Sauerbronn, primeiro pastor de confissão luterana em terras brasileiras. Por meio dos alemães que vieram para o país o luteranismo se expandiu, principalmente no Sul. Hoje, encontram-se dois agrupamentos – a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Evangélica Luterana do Brasil. Além desses principais grupos, há outros menores espalhados pelo país. No total, o luteranismo conta com cerca de 1.075.000

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