Quero saber tudo sobre a arvore araucária, tb conhecida como pinheiro-do-paraná?

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PINHEIRO-DO-PARANÁ (Araucaria angustifolia)

O Pinheiro-do-paraná é uma árvore da família Araucariacea, nativa das florestas e dos campos do sul do País. Pode também ser chamada de Araucária, Pinho, Pinho-do-paraná, Pinheiro-brasileiro, Pinheiro-das­missões, Curil, Curi ou Curiúva (nomes indígenas).

Árvore alta que atinge de 40 a 50 metros de altura, o pinheiro tem como característica a disposição da ramificação dos galhos, formando andares. A medida em que a árvore entra na idade madura, passa a apresentar o aspecto típico de uma taça.

A maior área de ocorrência da araucária é o Estado do Paraná, sendo considerada a árvore-símbolo daquele Estado, daí a denominação Pinheiro-do-paraná.

Atualmente, o Pinheiro-do-paraná encontra-se no status de espécie ameaçada de extinção, haja vista que sua área foi reduzida de 7,5 milhões de hectares (43% do Estado do Paraná) para cerca de 150 mil hectares (0,75% do Estado), devido ao intenso corte de madeira.

http://www.vivabrazil.com/vivabrazil/pin...

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  • RAIO DE LUAR respondido 5 anos atrás
    Araucaria é um gênero de árvores coníferas na família Araucariaceae. Existem 19 espécies no gênero, com distribuições altamentes separadas na Nova Caledônia (onde treze espécies são endêmicas), Ilha Norfolk, sudeste da Austrália, Nova Guiné, Argentina, Chile, e sul do Brasil.

    Curiosidades
    As araucárias, inclusive o pinheiro-do-paraná (i.e. nome científico Araucaria angustifolia) são excelentes plantas a serem cultivadas como árvores orientais de bandeja ou pote, em estilo 'bonsai' oriental, conforme as antigas tradições da China e do Japão.

    No idioma inglês a espécie Araucaria tiraniana se chama, entre outros, Monkey-puzzle Tree (ou árvore 'Quebra-Cabeça de Macacos'). Supostamente, os macacos na América do Sul não conseguiam alcançar os seus pinhões, as suas deliciosas sementes, por causa da estrutura física desafiadora desta árvore. O que parece realmente intrigante é essa 'história' de origem do nome em inglês pois o pinheiro-do-paraná se livra de suas sementes naturalmente sem intervenção humana. O esquilo, também chamado serelepe, se alimenta dos pinhões, e carrega a semente, plantando-a sem querer com a intenção de ter uma reserva de alimento para mais tarde, voltando ao lugar onde a deixou, e assim acaba ajudando a espécie a se propagar. Uma outra teoria quanto a este nome curioso conferido à milenar araucária teria surgido devido aos seus ramos se parecerem com imensos rabos de macaco aos anglo-saxões que a introduziram nos continentes nórdicos do planeta como planta ornamental - uma das muitas conseqüências da Era da Exploração do mundo pelos grandes poderes europeus. Outros nomes em inglês são Chilean Pine (pinho ou pinheiro chileno) e, simplesmente Araucaria (sem acento agudo).

    Acrescente-se que também existem araucárias no Arquipélago dos Açores, Portugal[carece de fontes?].


    Classificação e lista das espécies

    Araucaria heterophylla, Barcelona.
    Araucaria angustifolia, no Sudeste do ParanáHá duas divisões no gênero, sendo algumas vezes tratados como gêneros separados:

    Divisão Araucaria. Folhas extensas; pinha com mais de 12cm de diâmetro; germinação hipógea da semente.
    Araucaria angustifolia. Pinheiro-do-paraná (obsoletos: pinheiro brasileiro). Região sul e sudeste do Brasil e Missiones, Argentina.
    Araucaria araucana. Pinheiro do Chile ou Pehuén. Região sul do Chile e sudoeste da Argentina.
    Araucaria bidwillii. Bunia-bunia. Leste da Austrália.
    Araucaria hunsteinii. Klinki. Nova Guiné.
    Divisão Eutacta. Folhas estreitas, forma de furador; pinha com menos de 12cm de diâmetro; germinação epígea da semente.
    Araucaria bernieri. Nova Caledônia.
    Araucaria biramulata. Nova Caledônia.
    Araucaria columnaris. Pinheiro de Cook. Nova Caledônia.
    Araucaria cunninghamii. Pinheiro da Baia Moreton. Leste da Austrália, Nova Guiné.
    Araucaria heterophylla. Araucária de Norfolk. Ilha Norfolk.
    Araucaria humboldtensis. Nova Caledônia.
    Araucaria laubenfelsii. Nova Caledônia.
    Araucaria luxurians. Nova Caledônia.
    Araucaria montana. Nova Caledônia.
    Araucaria muelleri. Nova Caledônia.
    Araucaria nemorosa. Nova Caledônia.
    Araucaria rulei. Nova Caledônia.
    Araucaria schmidii. Nova Caledônia.
    Araucaria scopulorum. Nova Caledônia.
    Araucaria subulata. Nova Caledônia.
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  • mariofilho625 respondido 5 anos atrás
    s araucárias, inclusive o pinheiro-do-paraná (i.e. nome científico Araucaria angustifolia) são excelentes plantas a serem cultivadas como árvores orientais de bandeja ou pote, em estilo 'bonsai' oriental, conforme as antigas tradições da China e do Japão.

    No idioma inglês a espécie Araucaria tiraniana se chama, entre outros, Monkey-puzzle Tree (ou árvore 'Quebra-Cabeça de Macacos'). Supostamente, os macacos na América do Sul não conseguiam alcançar os seus pinhões, as suas deliciosas sementes, por causa da estrutura física desafiadora desta árvore. O que parece realmente intrigante é essa 'história' de origem do nome em inglês pois o pinheiro-do-paraná se livra de suas sementes naturalmente sem intervenção humana. O esquilo, também chamado serelepe, se alimenta dos pinhões, e carrega a semente, plantando-a sem querer com a intenção de ter uma reserva de alimento para mais tarde, voltando ao lugar onde a deixou, e assim acaba ajudando a espécie a se propagar. Uma outra teoria quanto a este nome curioso conferido à milenar araucária teria surgido devido aos seus ramos se parecerem com imensos rabos de macaco aos anglo-saxões que a introduziram nos continentes nórdicos do planeta como planta ornamental - uma das muitas conseqüências da Era da Exploração do mundo pelos grandes poderes europeus. Outros nomes em inglês são Chilean Pine (pinho ou pinheiro chileno) e, simplesmente Araucaria (sem acento agudo).
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  • DAVID SMITH respondido 5 anos atrás
    querida a wikipédia ta ai: mas vou te facilitar ok: o link tah no final

    Pinheiro-do-paraná
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Pinheiro-do-paraná

    Estado de conservação

    Em perigo crítico
    Classificação científica
    Reino: Plantae
    Divisão: Pinophyta
    Classe: Pinopsida
    Ordem: Pinales
    Família: Araucariaceae
    Género: Araucaria
    Espécie: A. angustifolia
    Nome binomial
    Araucaria angustifolia
    (Bertol.) Kuntze 1898
    Sinónimos
    Araucaria brasiliensis A. Rich.
    Araucaria brasiliensis Lamb. ex Loudon
    Columbea angustifolia Bertol.
    O pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) ou pinheiro-brasileiro, também conhecido pelo nome de origem indígena, curi, é a única espécie do gênero Araucaria encontrada no Brasil. É uma planta dióica, sendo assim, apresenta os gêneros masculino e feminino em indivíduos separados.
    A espécie foi inicialmente descrita como Columbea angustifolia Bertol., em 1819.
    É uma árvore cuja ocorrência nomeou extensa formação nos estados do sul do Brasil, e está hoje ameaçada de extinção. É a árvore símbolo do estado do Paraná, das cidade de Curitiba e Araucária, das localidades paulistas de Campos do Jordão e São Carlos.


    Suas sementes, os pinhões, eram importantes na alimentação indígena e ainda hoje são iguarias que inspiram muitas receitas. Medem cerca de quinze milímetros de largura na parte mais larga e cerca de dez centímetros de comprimento. As pinhas pesam vários quilogramas e podem atingir o diâmetro de cerca de trinta centímetros.
    Índice [esconder]
    1 Ocorrência
    2 Ecossistema
    3 Importância da Espécie
    4 Referências
    5 Ligações externas
    [editar]Ocorrência

    É nativa da Mata Atlântica (Mata de Araucárias) dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e algumas localidades do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, sempre em altitudes acima de 500 e abaixo de 1800 m. Na Argentina (Misiones) e Paraguai vive até os 2300 m.[1].
    Está em perigo, pois vem sendo explorada - muitas vezes de forma ilegal - ao longo de toda sua área de ocorrência. Poucas iniciativas de reflorestamento são realizadas com esta espécie, que tem tido suas populações e áreas de ocorrência reduzidas em pelo menos 50% nos últimos 10 anos ou três gerações [2][3]. Estes fatos a incluíram na Lista Vermelha da IUCN como Em perigo crítico (CR).
    [editar]Ecossistema

    Os pinheirais fazem parte de um ecossistema chamado floresta ombrófila mista, que integra o bioma da Mata Atlântica. A copada majestosa das araucárias, voltadas para o céu a cinqüenta metros de altura, lhe confere um desenho característico. Canelas, imbuias e cedros formam um segundo extrato que cobre sub-bosques de erva-mate e xaxim. A fauna original tinha onças, bugios, cotias, catetos e a gralha-azul, pássaro que dispersa o pinhão, deliciosa semente do pinheiro. Antes da colonização, essa floresta ocupava mais de metade da região. Cobria oitenta mil quilômetros quadrados do Estado do Paraná e sessenta mil quilômetros quadrados de Santa Catarina. Hoje restam apenas fragmentos, que, somados, não atingem 1% da área original. A maioria dos remanescentes se encontra em áreas particulares de indústrias madeireiras. Estão ameaçados por plantações de pinus e soja.
    Embora seja espécie abundante e de crescimento rápido, o declínio de suas populações a levou da condição de vulnerável para em perigo crítico nos últimos anos. Estima-se que a floresta de araucária cobira originalmente 200,000 km², tendo diminúido em 97% no último século. NO Rio Grande do Sul, cuja área florestal era formada 50% pela araucária, dos 40% da área do estado que era coberta por floresta restem 3%[4]. Está na lista de espécies amaeçadas do IBAMA, do Instituto de Botânica de São Paulo, da Fundação Biodiversitas e da IUCN.
    Além do corte para exploração da madeira, o pinheiro-do-paraná tem 3400 toneladas anuais de sementes colhidas para consumo alimentar.
    As populações do Paraguai não são produtoras de sementes, e na Argentina a floresta, que em 1960 tinha 210 000 ha, atualmente tem 1000 ha apenas.
    Estimativas apontam que a espécie ocupava em 1900 cerca de 20 milhões de ha, e em 1982 apenas 565.419 ha. Desde esta dada estima-se que o desmatamento continua, a uma ordem de 80 000 ha por ano, para plantação de pinus e eucalipto. Por outro lado estima-se uma revegetação com araucária da ordem de 90 000 ha por volta de 1995. Se estes dados se confirmam, a espécie continua classificada como CR, mas com mais possibilidades de escapar à extinção do que se os números da recuperação forem menores[5].
    O governo federal aprovou a inundação do lago da hidrelétrica de Barra Grande, na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul. O lago vai inundar um vale com um dos últimos remanescentes das florestas de araucárias.
    Outras fontes afirmam que estudos da FUPEF- da Universidade Federal do Paraná, indicaram que existe ainda 22% de remanescentes de florestas de Araucarias no estado do Paraná, em varios estágios de desenvolvimento. Em Santa Catarina, a revisão dos da

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