Como você escolhe a música que vai escutar e, consequentemente, comprar?

Você costuma ouvir uma música porque todo mundo está escutando ou por que você realmente gosta dela? O simples fato de termos que depender da maioria para decidir tudo na nossa vida, mostra a incapcidade que temos, como indivíduos, de dirigir o nosso próprio destino.

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137 Respostas

Classificação
  • Há 1 década
    Resposta favorita

    Eu ouço só o que me agrada mesmo. Não me deixo levar pelo modismo. Quero o que curto.

    Ouço metal faz mais de 25 anos e cada vez mais estou fissurado pelo extremo.

    Boa Sorte

    e

    Carpe Diem.

  • ?
    Lv 7
    Há 1 década

    Olá Kisser, camarada no Rock e no SPFC.

    Eu costumo escolher a música pela qualidade musical, pelo o que a letra e melodia da música pode me passar, no mundo da música fala-se muito em "mensagens subliminares", desde Led Zeppelin até Madonna, no cenário nacional quantas bandas foram censuradas por que suas músicas eram politizadas? Como você deu a entender em sua coluna que quantidade não equivale a qualidade, pensando nisso procuro saber o que a mensagem da música tenta passar, por exemplo Garotos Podres, foram censurados em duas músicas na época da ditadura (Papai Noel e Maldita Preguiça), Já no final dos anos 90 quem foi censurado foram Titãs e Paralamas do Sucesso, Titãs com a música Policia e Paralamas com a música Luis Inácio, então entendo que essas músicas passam mensagens subliminares e acabam por ser descartadas pela mídia nacional, há uns dias atrás estava vendo um documentário feito pela rede BBC de Londres (Além do Cidadão Keane) que inclusive foi proíbido a exibição no Brasil, por que justamente fala da censura governamental e da mídia no Brasil.

    Voltando ao assunto, escolho minhas músicas pela qualidade e porque eu realmente gosto do que eu ouço; nada de modinha imposta pela mídia.

    Valeu, abraços.

  • Anônimo
    Há 1 década

    Boa noite!

    Desde pequena, minha única influência musical foi minha mãe que, graças à Deus, me apresentou ao rock'n'roll, com Elvis Presley e os Beatles; ao longo dos anos fui conhecendo outros artistas, outras vertentes e estilos e agregando ao meu estilo de vida.

    Nunca segui tendência alguma, e sempre achei que quem segue qualquer moda que seja não possui personalidade, tornando-se uma pessoa alienada, incapaz de formar sua própria opinião sobre as coisas ao seu redor.

    Infelizmente, com o advento da "democracia", somos obrigados a conviver com o que a "maioria" decide, seja sobre o que ver na televisão, como os jogos de futebol que acontecem as 4ªs-feiras a noite, depois das 22 horas e que são exibidos por uma emissora de televisão, a que detém a grande audiência no horário citado, como na política, quando temos que "engolir" aquele candidato pilantra eleito pelo voto popular.

    Muito mais do que debater sobre qual tipo de música comprar, essa questão abrange uma infinidade de outras questões, inteligentemente abordada, e cujas respostas e conclusões serão basicamente as mesmas...

    Fazemos parte de um todo, e esse todo nem sempre está apto a tomar a decisão certa; quem pensa diferente é tido como "louco".

    Sendo assim, me considero uma louca feliz!

    Obrigada pelo espaço!

    Parabéns por seu trabalho!

    Um abraço.

    Edilene Bastos

  • Há 1 década

    Andreas, é um prazer ter você como colunista! Me surpreendi ao encontrá-lo no Yahoo, isso porque não sabia que vc estava escrevendo colunas. Cara, eu tenho 31 anos, sou de BH e estou fora da cidade há 6 anos mas acompanho sempre o que ocorre em nossa bela capital.Cadê os circuitos musicais alternativos que existiam em BH? Por diversas vezes tive a honra de assistir shows na praça da estação, ( THE MIST ) lembra? Pato Fú começou lá, como outras tantas que tiveram também a honra de ter um público fiel, que adorava experimentar novos sons mas com uma capacidade incrível de absorver somente o que era bom e de qualidade, sem maiores preocupações com o mercado, com a mídia. Ainda criança passava pela av. Augusto de Lima e curioso não sabia o que acontecia naquele espaço multi cultural e de experimentações que era a loja COGUMELO. Entrei experimentei, gostei e até hoje busco alternativas para encontrar som de qualidade. Quando as pessoas tem a oportunidade de experimentar novidades sem que isso seja imposto à elas, desenvolve também a capacidade de questionar o mundo ao seu redor. Músicas massantes que são tocadas nas rádios mais populares só fazem com que as pessoas desenvolvam a capacidade de absorver o do outro,o que o outro coloca à todos. Na política e em outros segmentos da sociedade acontece a mesma coisa, imposições são feitas sem que as pessoas questionem o porque, como e pra que.Talvez a busca pela experimentação possa levar as pessoas ao descobrimento de seu próprio mundo e assim se tornarem POVO e não PÚBLICO.

    Um abraço do conterrâneo e admirador do seu trabalho,

    Welerson Amaro,

    ENGº Agrônomo.

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  • Há 1 década

    Compro aquilo que gosto, e que me agrada muito.

    Se fosse pelo simples fato de todo mundo ouvir, eu nao compraria, apenas baixaria na net e ouviria somente perto de pessoas que nao gostam do mesmo que eu.

    Eu, particularmente, gosto de metal.

    Mas como muitos dos meus amigos e namorada nao gostam muito, prefiro nao escutar perto deles, até porque axo idiotice forçar alguem a gostar de algo. E quandoe estou sozinho costumo ouvir Metallica, Sepultura, Angra, DT, Slayer, e bandas afim.

  • Há 1 década

    independente do estilo musical eu gosto de musicas que agrada meus ouvidos, gosto da letra, do ritmo e compro aquelas que realmente sei que vou ouvir.

  • Há 1 década

    Olá amigo, adorei a sua coluna. E sobre a pergunta: NÃO MESMO!!! Sabe eu tenho um gosto próprio, um critério único de seleção, e por isso sou independente da maioria. Para uma, no caso, música, tem que ter uma melodia boa, para mim, e principalmente uma letra que me emocione. Uma música não é só "batida", porque música é justamente isso, harmonia. É isso, parabéns pela coluna, repito, está ótima!!!!

  • Há 1 década

    Um fator importante que também costuma definir o gosto musical das pessoas, é a influência de alguém próximo; geralmente pai, mãe ou irmãos mais velhos.

    Embora seja notável a cultura da maioria, ditada por uma democracia falha e válida até para definição de gostos musicais, a influência é fator considerável também.

    Meu gosto musical se deu pela influência do meu pai, por incrível que pareça, metaleiro! Cresci ouvindo Metallica, Iron Maden, Sepultura, Nazareth, Black Sabbath... Aí não deu outra: tiva até banda com repertório dessas grandes bandas!

    Embora tenha essa influência forte (e nem tanto a escolha da maioria), também aprecio muito a música brasileira e não dispenso um samba e uma boa MPB.

  • Há 1 década

    Andreas, ótima essa definição "a maioria tem força" e nem sempe tem razão, aliás via de regra é assim.

    Desde criança "sofro" de musicofilia. Quando criança os Menudos estouraram e ( eu confesso ) gostava de uma ou duas. Mas também de coisa boa que tocava na rádio. Era e sou traumatizado pela trilha sonora de Conan The Barbarian. Na pré adolescencia eu tinha um radio gravador e gravava um bocado de musicas que tocovam nos anos 80, que eu considero a epoca de ouro no que se refere ao que era tocado nas rádios. Tipo A'ha, Duram Duram, Oingo Boingo, U2, Smiths, Leo Jaime, Capital Inicial, Plebe Rude, Ritchie e outras perolas da época. Eu era também viciado em video clips.

    No inicio da adolescencia comecei a trabalhar e finalmente realizar o desejo de ter obter discos de artistas pop e descobrir outros que nunca conheci. Foi quando torrei todo meu dinheirinho comprando a coleção do U2, Smiths, The Mission ( minha preferida ate hoje! ) 2 do Sepultura ( só gostava a partir do Beneath the remais e + ou - o anterior a este ) e outros. Bem nessa época é que percebi o preconceito que a musica suscita ou do qual é vitima.

    Se ouvia Sepultura e coisas do tipo visto como o "rockeiro" num sentido meio pejorativo, se ouvia os rock inglês alguns a chamavam até de "musica de morto". Sempre escolhi a musica pelo que ela me passava e procurava não me levar pelas paradas do sucesso. Nem sempre era fácil mas foi ficando cada vez mais natural por que o que ia pras paradas do sucesso tornava-se mais e mais pior. Eu chegava a ter antipatia por musicas mesmo de qualidade se estivesse tocando direto no rádio. Hoje a qualidade do que chega a midia mais pop é via de regra lixo. No inicio eu consumia musica pelo que chegava na rádio, depois pude revirar as lojas de discos. Mas ainda assim era dificil pois eu não sairia comprando a esmo discos só pra saber se me agrada. Com a net facilitou bastanta descobri coisas de qualidade. Ampliei meu gosto musical por coisas que através da rádio e tv jamais saberia que existem exeto em algum filme ou documentário. Antes eu poderia argumentar que o povo não gosta de musica de qualidade por que as fontes de informação são péssimas, mas creio que há algo mais. Há uma inércia, comodismo, e o preconceito é poderoso. Mesmo nos meios que se julgam esclarecidos sobre cultura e musica há certo preconceito. E desse preconceito "esclarecido" eu buscava me livrar pois não vou gostar de tal artista ou compositor só por que todo mundo baba o ovo dele. As vezes o cara é bom mas há um exagero absurdo sobre sua qualidade unicamente por que tá na moda. Procuro escolher a musica como se não houvessem esses "carimbos de qualidade", essas listas de top of the pops, como se o artista, banda, fossem completos anônimos, e assim posso escolher a musica pelo que ela realmente é não por estar na moda. Eu procuro ter meu estilo próprio e a musica tem papel importante nisso, mas mesmo assim é possivel compartilhar o prazer do tipo de musica que voce gosta com muitas pessoas desde donas de casa a pessoas mais culta. É uma questão de quebrar essa inércia, se desviar do preconceito e o comodismo que geram burrice e manipulação.

    Fonte(s): Eu mesmo.
  • Há 1 década

    Contrário a maioria eu tenho aversão ao popular, ouço o que me dá mais prazer e me mantém mais longe possível da realidade, gosto de música extrema e rápida, thrash metal em geral. No nosso país com a cultura pop existente na maioria das vezes o popular é justamente o pior, discernimento é o que falta para muitos.

  • Há 1 década

    eu escolho uma musica ou uma banda para escutar por que eu gosto e não por que esta nas "paradas de sucesso", se fosse pra escutar por sucesso, então qualquer coisa estaria bom.

    porem diferente da grande maioria eu sei do que gosto e por que gosto, tenho minha "identidade musical", sei exatamente o que quero ouvir.

    acho ridiculo quando alguem fala " ah eu escuto de tudo", ai vc põe um rock, um led zeppelin por exemplo, e a mesma pessoa diz, "não gosto disso, é barulento".

    eu gosto de rock´n´roll, heavy metal, blues e um pouco de jazz e classico, e evidentemendete não gosto de outros gerenos, mas o que acho incrivel é que por escutar rock, eu sou (muitos outros também) taxado de radical, e é justamente as pessoas que só escutam o que esta na moda, no top das paradas de sucesso da musica pop em geral é que criticam.

    ai eu pergunto ? sera que sou mesmo radical por saber o que quero escutar, ou são as pessoas que que me criticam pelo que eu escuto?

    dane-se as paradas, os top, as melhores, e etc...

    Fonte(s): eu
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