Anônimo
Anônimo perguntou em Família e RelacionamentosFamília · Há 1 década

Voce acha que resolveu todos os seus problemas sexuais? E seu filho já lhe perguntou algo sobre o assunto?

Há algum tempo nosso querido Pirata Adestrado, em uma pergunta ou resposta, nao me recordo bem, falava da sua dificuldade em discutir esses assuntos com a filha, acho que na maior parte das vezes isso é dificil para todos nós.........e voce o que acha?

O texto é extenso mais vale a pena ser lido..

Se você acha que já resolveu todos os seus problemas sexuais, espere até ouvir a primeira pergunta do seu filho sobre o assunto. Ela geralmente chega a seco, sem nenhuma preliminar. E, se a criança passou na frente da televisão na hora da novela das oito, em que as cenas de sexo ficaram famosas desde o início, você já deve ter enfrentado alguma saia-justa. A sociedade atual oferece estímulos para gerar curiosidade sobre tudo, incluindo sexo. “Criamos nossos filhos para terem autonomia, voz própria. Eles são espontâneos porque têm espaço para perguntar”, diz a educadora sexual Maria Helena Vilela. Cada um tem sua forma de lidar com o tema, uns mais naturalmente, outros mais tolhidos. Não importa qual a sua, mas fale sempre a verdade, colocando o ponto final na frase conforme a capacidade de entendimento do seu filho. A seguir, você encontrará respostas para perguntas e situações típicas da infância. É a nossa ajuda para os pais sobreviverem ao desenvolvimento sexual dos filhos.

1- Minha filha nos pegou namorando. Estávamos só nos beijando e ela gritou: “Credo, vocês não têm nojo?”

É hora de explicar a ela que o ato parece esquisito à primeira vista, mas é uma das melhores coisas da vida. E que, se for quem a gente gosta, nunca será nojento, e sim muito gostoso. Lembre-se de que ela pode ter pensado em nojo, mas também pode ter apenas sentido ciúme de os pais estarem juntos sem ela.

2- Meu filho gosta de mexer no pênis. Faz isso em qualquer lugar, desde que sinta vontade. Como dizer a ele que não dá para fazer isso na frente dos outros?

Ok, a situação é constrangedora, principalmente quando acontece na frente de pessoas não tão íntimas. Fazer alarde só incentivará o ato. Respire fundo e explique que, sim, as pessoas gostam de se tocar nessa parte do corpo porque dá uma sensação gostosa. Mas que se trata de algo muito particular e existe local certo para fazer isso, sozinho, e não na frente dos outros.

3- De namorado, igual na novela. É assim que meu filho quer que sejam os meus beijos!

Nã, nã, ni, nã, não. Seja direta desde sempre: esse tipo de beijo só no papai. Diga que um dia ele terá uma namorada e vai beijá-la assim também. Dessa forma, você impede a idealização do amor pela mãe e deixa claro quais os papéis de pais e filhos. Cada um, cada um.

4- Tomar banho comigo vai fazer meu filho se interessar por sexo mais cedo?

Crianças não funcionam assim. Tomar banho com um adulto não desperta vontade nele de ter relações sexuais, mas aumenta a curiosidade em relação às transformações corporais de meninas e meninos. Aí é o momento de você explicar que algumas mudanças hormonais vão ocorrer no corpo dele para prepará-lo para a idade adulta. Vale usar até desenhos didáticos para isso. Além de uma conversa divertida, o diálogo vai aplacar o interesse dele.

5- Minha sobrinha, de 7 anos, está apaixonada pelo amiguinho de classe. E me perguntou que gosto tem um beijo! Devo me preocupar?

Calma. É muito comum ouvir crianças dessa idade dizendo que namoram, mas geralmente é apenas uma paixão platônica, sem atos concretos. Responda a verdade sobre o beijo, sem estender o assunto ou entrar em detalhes. Não valorize sentimentos e sensações aos quais ela não está preparada para ter. Isso pode estimular uma sexualidade precoce.

6- Com apenas 5 anos, minha filha tem vergonha de ficar só de calcinha na piscina ou em casa. Isso é sinal de que a sexualidade já aflorou?

Não é para tanto. Mas respeite os limites dela, sem impor sua vontade. A atitude da menina pode ser sinal de que em algum momento os pais demonstraram a ela que não era legal ficar de calcinha. Então, pense no que já falou para ela. Por outro lado, crianças repetem nossos comportamentos e não é comum ver adultos desfilando de calcinha por aí, não é?

7- Durante um capítulo da novela, a personagem disse que queria fazer um papai-e-mamãe. Minha filha me perguntou o que era isso…

É. Essas passadas na frente da televisão na hora da novela sempre causam rebuliço. Mas lembre-se de que, quando uma criança faz uma pergunta relacionada à sexualidade, precisamos tentar responder dentro do universo verbal dela, exatamente o que perguntou, sem ir além do necessário. Se é uma criança de 5 ou 6 anos, por exemplo, diga simplesmente que essa é uma maneira de namorar. Nessa idade, eles não têm conceitos específicos sobre sexualidade. Com uma criança mais velha, a resposta pode ser um pouco mais elaborada, revelando que se trata de uma forma de transar.

8- Quando troco as fraldas de minha filha, de 1 ano, ela gosta de mexer na vagina e às vezes coloca um brinquedo no meio das pernas. Por que ela faz isso?

É muito simples. Ela faz isso porque está de

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descobrindo que a região pélvica traz sensações gostosas. E isso acontece sem maldade ou malícia. É o início da descoberta de seu corpo. Essa etapa é natural. A criança vê o toque genital como algo que traz sensações muito boas, assim como qualquer outra região do corpo. Para ela, daria no mesmo mexer na orelha ou no cotovelo, por exemplo.

9- Flagrei um garoto de 3 anos mostrando o pênis à minha filha. Fiquei estática!

Não é para menos! Ninguém imagina passar por isso na vida. É natural eles tentarem descobrir as diferenças corporais entre meninas e meninos. Mas crianças depois dos 5 anos merecem mais supervisão dos pais até para não se machucarem nessa exploração. O ato não é sinônimo de sexualidade precoce e, sim, de auto-conhecimento. Agora, se você não sabe lidar com isso, invente outra brincadeira para eles.

10- Sempre tomei banho com a minha filha. Agora, com 6 anos, começou a observar mais e brincar, dizendo que quer mamar no meu peito. Não sei como agir.

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Ninguém disse que iria ser fácil ter filhos, não é? É normal nessa idade eles ficarem mais atentos e curiosos em relação às mudanças corporais. Não corra o risco de reprimir o seu filho, trate o assunto com naturalidade. Mostre seu corpo, deixe-a tocar e conte que quando crescer também será assim. Mas coloque um limite, ok? Explique que ela não é mais bebê e por isso não pode mamar no peito.

11- Tomei bronca da professora da minha filha, de 5 anos, porque ela levou uma camisinha que achou no meu quarto para a escola. E ficou brincando de bexiga!

Primeiro, trate de guardar as camisinhas em um lugar mais escondido. Assim você não gera uma curiosidade precoce. Nesse caso, parece que sua filha nem sabia a real finalidade do preservativo nem questionou sobre isso - quis apenas se divertir. Não se preocupe, nessa idade não existe malícia alguma. Mas vale checar se a escola tratou o assunto da mesma maneira como você trata.

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12- Durante o banho, meu filho, de 6 anos, fica com o pênis ereto. Ele quer uma explicação.

Simples: diga a ele que isso acontece algumas vezes com os meninos e é natural. Só dê continuidade ao assunto se ele perguntar mais. A resposta deve ter o tamanho proporcional à curiosidade dele. Quanto a você, não se preocupe porque faz parte do autoconhecimento.

13- Minha filha perguntou por que fecho a porta do quarto à noite. O que respondo?

Que tal a verdade? Isso mesmo, que vocês vão ficar juntos, sozinhos. E que casais precisam de privacidade para namorar, matar a saudade. Da mesma forma quando ela vai para o quarto dela ouvir música ou fazer lição de casa e prefere ficar sozinha. Acostume sua filha com a idéia de que os pais também são gente, namoram, têm direito à privacidade, têm uma vida só deles.

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14- No café-da-manhã, meu filho comentou que o primo mais velho transou com a namorada. Será que ele tem noção do que falou?

Nem sempre a criança sabe o significado do que fala. Às vezes, está apenas repetindo um termo que não entende. Se você nunca explicou o que é transar para o seu filho, pergunte se ele sabe o que é - mas esteja preparado para a resposta porque o garoto pode realmente saber a verdade e você tomar um susto. Escute, complete informações se for necessário ou, se notar que ele não sabe de nada, diga apenas que é um tipo de carinho feito quando se é adulto.

15- Não tenho a menor idéia de como chamar os órgãos genitais do meu filho!

Cuidado, a criatividade para denominar as partes íntimas é espantosa! Não invente muita moda. Se quiser dar algum apelido, dê. Mas fale, em seguida, os nomes científicos para

a criança saber que pênis é pênis e vagina é vagina, e não algo como periquitinha.

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16- Às vezes, percebo que minha filha, de 9 anos, quer privacidade, vai para o quarto com amiguinhos e amiguinhas e acho que a brincadeira pode resultar em algo mais apimentado. É o caso de proibir?

A verdade - difícil de assimilar - é que esse tipo de brincadeira vai acontecer na escola, na sua casa ou mesmo na casa da amiga. A curiosidade existe e as crianças vão tentar descobrir o que podem. Por outro lado, ela também tem direito a um pouco de privacidade. Proibi-la de ficar sozinha com os amigos só vai causar mais confusão. Supervisione de longe, combinando, por exemplo, que a porta ficará entreaberta e você entrará lá de vez em quando. Se você oferecer atividades legais quando os amigos forem em casa, esses momentos nem vão existir.

17- Meu filho quer tomar banho com a amiguinha depois da piscina. Deixo?

Acredite: nada de nocivo pode acontecer entre eles. Se são da mesma idade, podem até matar curiosidades sobre o próprio corpo, sem malícia.

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Se quiser, fique por perto. Mas tudo tem de ser natural para você. Se acha que não consegue lidar com a situação, o melhor a fazer é não deixar que tomem banho juntos. Proíba se as idades forem muito diferentes.

18- Minha filha tem 8 anos e está super-interessada em tudo que envolve namoros. Como agir?

Fugir do assunto vai criar ainda mais expectativa na criança. Responda a tudo com a naturalidade que você conseguir, mas diga a todo momento que ela ainda é muito nova para namorar.

Consultores: Carolina Fernandes, psicóloga do Instituto Paulista de Sexualidade; Maria

Helena Vilela, educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan; Marcos Ribeiro, sexólogo.

REVISTA CRESCER

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Um grande beijo e um otimo dia para todos

13 Respostas

Classificação
  • Anônimo
    Há 1 década
    Resposta favorita

    Aí Dona dos bruxedos do bem,

    1°) Ó único pobrema sexual qui um malandro pode tê é escasseiz.

    shuashuashuashsssssssssss!

    2°) Falando sério, particularmente do pai para a filha, realmente é um assunto melindroso, para não dizer espinhoso, contudo, como você já sabe, fui abençoado com uma filha que tem uma cabeça ótima. Sexo não é um assunto que trato com minha filha na base de perguntas e respostas, ele vem à baila no decorrer de conversas e, de minha parte, procuro ser objetivo sem ser "científico" (rsrsr). Por outro lado, ela também se sente bastante à vontade para conversar com a mãe.

    Claro que nada é perfeito e somos seres falíveis à beça, mas, creio que, na medida do possível, a educação sexual de minha filha está bem encaminhada.

    Bjão abusado prá ti.

  • Há 1 década

    .Passo artigo que assino em baixo.

    Como falar de sexo com os filhos

    Não tem como fugir: desmistificar o sexo para eles é tão importante quanto inevitável. Veja as dicas para não engasgar quando a “desconcertante” conversa aparecer na hora do jantar

    Glycia Emrich

    “De onde vêm os bebês?” é a pergunta fatídica capaz de deixar pai e mãe na maior saia justa. Mas não adianta mudar de assunto. Falar sobre sexo e sexualidade com os filhos é importantíssimo e não dá pra deixar pra depois.

    Quando começar a conversa?

    Não tem uma idade exata para falar sobre sexo. “Depende dos estímulos visuais e auditivos aos quais a criança é exposta. Geralmente, a curiosidade para saber de onde vêm os bebês começa com a gravidez da mãe ou de outra pessoa próxima. Vale lembrar que as crianças abaixo de 6 anos não têm memória auditiva tão aguçada, então não dão tanta importância para a resposta. O que interessa para elas é matar a curiosidade ou chamar a atenção”, explica a sexóloga e ginecologista Franciele Minotto.

    O interesse chama.

    A hora certa pra falar sobre sexo é quando surge o interesse! E não tem idade pra isso. “Primeiro devemos informá-los sobre os órgãos genitais, como funcionam, sobre a higiene, e sobre a diferença entre os gêneros masculino e feminino, dando exemplos do papai e mamãe, irmão e irmã, se for necessário”, sugere a ginecologista.

    E mesmo se não houver perguntas, a partir dos 10 anos, é legal introduzir o tema no papo em casa. “É necessário que os pais insiram o assunto nas conversas com as crianças. Comentar sobre o que é o namoro e como acontece; que as pessoas beijam na boca, se abraçam, fazem carinho pelo corpo da outra. E que um belo dia poderão ficar nus e, se assim desejarem, o pênis do menino entrará na vagina da menina”, aconselha Franciele.

    Xô, mito!

    Desconversar, mudar de assunto, não pronunciar a palavra em casa apenas mistifica o sexo e o coloca distante da vida da criança. “Como há muito estímulo visual, algumas vezes é difícil esconder ou dissimular a palavra ‘sexo’. Isso é importante para não deixar o assunto como algo proibido ou mágico”, alerta a sexóloga. E nada de ficar constrangida. Na hora de conversar, a naturalidade é importante para o entendimento da criança e facilita a percepção de que o sexo é uma prática constante da vida adulta.

    A professora Joana E. Antunes, 32 anos, não sabia o que responder quando a filha de cinco anos fez a primeira pergunta embaraçosa. “Um belo dia, a Thaís virou pra mim e perguntou: ‘mãe, eu posso cruzar?’ Fiquei surpresa e sem saber o que dizer. Mas expliquei que só podemos fazer isso quando amamos alguém de verdade. Foi a única saída”, ri a professora.

    As metáforas

    Não adianta usar palavras do diminutivo para se referir aos órgãos sexuais. Nada de pirulitinho e pererequinha. “Falar o nome correto de ambos e até utilizar-se de espelho para identificar as estruturas é muitíssimo importante. Sexo não pode ser relegado eternamente ao ‘felizes para sempre’ do conto de fadas”, adverte.

    Anote!

    Dicas para não engasgar quando a conversa de sexo aparecer na hora do jantar:

    - Trate o assunto com naturalidade e deixe claro que é uma prática comum da vida adulta;

    - Vale perguntar o que a criança já sabe sobre o assunto, para especificar a dúvida;

    - Não esconda que os pais praticam o sexo. Isso estimula os filhos a perceber a união do casal e a compreender que você precisa daquela horinha pra ficar a sós;

    - Explique que o ato sexual é prazeroso, mas pode trazer transtornos sem algumas precauções: gravidez indesejada, doença sexualmente transmissível, etc;

    - Tome cuidado com o contexto e as palavras usadas durante o diálogo para não associar o sexo a algo sujo ou feito apenas pelos maus

    - É necessário começar a conversa enquanto as modificações puberais estão acontecendo. Deixar para falar depois da primeira menstruação, para as meninas, é tapar o sol com a peneira e pode ser tarde demais!

    O que penso, Courte, é que hoje em dia a Mídia traz praticamente o ato sexual para dentro de casa; só que feito sem amor, sem carinho,

    sexo animal,o que não é muito bom!

    Esclarecer com lógica, com a naturalidade que merece, seria a resposta.

    Pergunto: *Estarão os pais preparados para responder sem recalques?* Não sei!

    Vejo muito tabu por ai.

    LUZ!

    Fonte(s): Fonte(s): IG
  • Há 1 década

    Courte...

    só temos dificuldade em falar, daquilo que é dificultoso pra gente...

    trato de sexo com a mesma naturalidade que trato culinária...ao passo que não me sinto a vontade para falar de religião, pois para mim sempre foi um assunto difícil...

    com o meu filho não foi diferente...

    a medida em que ele foi questionando ia respondendo...hoje ele tem 18 anos...e tenho certeza, terá a mesma facilidade em lidar com o assunto que tenho eu...

    beijokas...

  • Anônimo
    Há 1 década

    OLÁ COURTE REALL.. !!!!

    Bem amiguinha... eu não tive estes problemas.. !!!

    Meus filhos.. agora crescidos e bem crescido...quando me perguntavam.. na adolecencia,.. sobre sexo ou dúvidas.. realcionadas.. Eu, na minha modesta sabedoria.. conseguia responder...!!!

    Tive sorte... pois, aqui em casa.. são três cuecas.. contra uma calcinha..Portanto.. explicar sexo.. para meninos é mais fácil.. do que meninas..!!!

    Se fosse o inverso.. talves eu não me sairía bem...!!!

    UM SUPER BIG ABRAÇÃO.. MINHA AMIGUINHA.. TÁ OK.. !!!

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  • Aglo
    Lv 5
    Há 1 década

    Com a maior naturalidade e paciência , eu quem comentou os fatos da vida meus dois filhos .E foi super válido.Bjs.

  • Há 1 década

    Talvez por morar em um pais um pouco mais conservador, nunca tive este tipo de problema com minhas filhas.

    Porem, desde cedo, sempre que em conversas aparecia a deixa, la estava eu, com minhas coleções, ao que elas sempre se mostravam meio tímidas em tratar, principalmente a mais velha, já a mais nova menos encabulada, aproveitava pra aumentar conversa.

    Hoje falamos abertamente e sem grandes constrangimentos, afinal já são duas moças.

  • Há 1 década

    é uma situação delicada mesmo!

    mas hoje em dia,sempre me pergunto,

    se todo mundo não já nasce sabendo!

  • Há 1 década

    Não tenho problemas nesta área e nem filhos

  • Essa eu gostei...

    Ainda mais revista crescer.

    Parabéns por compartilhar leituras com os membros do Yahoo Resposta.

    Fonte(s): ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ »→ Você fala para um amigo: - Hoje vou ao cinema. - Vai assistir um filme? -Nãããão. Vão passar um jogo de futebol na íntegra! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Veja mais nesse link: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=200... ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ...........|)\......|)\ ...........|)_\....|)_\ ...........|)__\..|)__\ ...........|)___\|)___\ ...........|)____\____\ ...........|)_____\____\ .~.\=-† ViŤor Ťadeu †-=/~.~.~.~. ~.~\_~....__....__....~_/~.~.~.~.~. .~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~
  • Dudu
    Lv 6
    Há 1 década

    Ainda bem que não sou pai e nem quero, por enquanto!

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