Como fazer um texto NARRATIVO e um DESCRITIVO?

Seguir
  • Seguir de forma pública
  • Seguir de forma privada
  • Deixar de seguir
obrigada desde já!!!
Melhor respostaEscolha do autor da pergunta
oii

Descritivo é quando vc fala sobre uma coisa, tendo q descrevelá, por exemplo: Estava em um quarto, e a PAREDE ERA AZUL.Olhei para um urso, ERA MARROM.

Narrativo é quando vc tem q narrar, vc e o narrador, por exemplo: Eu estava caminhando, olhando o lindo céu azul, quando Stephanie chegou e disse, oi, entendeu???

xauu, me da 10 pts por favorrr

Classificação e comentário do autor da pergunta

3 de 5
tá certo
  • Taxa
  • Comentário

Outras respostas (4)

Classificada como mais alta
  • Classificada como mais alta
  • Mais antigo
  • Mais recente
  • Rubens Germano respondido 5 anos atrás
    Um texto narrativo deve ser divido em três etapas básicas, introdução, meio e fim.
    Geralmente textos narrativos contam estórias, fatos e etc...
    Analisando a etimologia da palavra "narração", percebe-se que você contará algo não dando muita atenção a detalhes.

    O texto descritivo deve ser elaborado com o objetivo que o leitor visualize a cena tratada. Ex: Ele ela louro, tinha seus olhos verdes, usava uma camisa de cor vermelha e tinha seus tênis pretos.

    Fonte(s):

    Fonte autônoma
    • Taxa
    • Comentário
  • ddelund respondido 5 anos atrás
    Em um texto narrativo você conta uma história ou expõe fatos que aconteceram. Por exemplo, você conta o que aconteceu em uma festa, uma viagem, etc.
    Em um texto descritivo você faz um relato descrevendo um local, uma pessoa, um cenário, um museu, os procedimentos para fazer uma visita a um museu.
    Exemplo do primeiro: Odia estava ensolarado quando saímos de casa e fomos para o parque. A intenção era dar uma caminhada, mas acabamos decidindo que seria melhor uma corrida. Alguns disseram que não estavam acostumados, que iam cansar, mas acabaram cedendo.
    Exemplo do segundo: O parque tem um grande lago em seu centro e uma pista para caminhadas ao seu redor. Ao lado direito há um restaurante e ao lado esquerdo um bosque com churrasqueiras. Os carros estacionam em local próprio do lado de fora do parque.
    Espero ter ajudado.
    • Taxa
    • Comentário
  • Marilurdes A respondido 5 anos atrás
    Texto narrativo é quando você ou outra pessoa narra uma história que respeita a ordem cronológica dos fatos: início, meio e fim. Mas nem sempre isso ocorre, pois há escritores que narram no meio para depois se lembrar do início de sua infância e por aí vai. Portanto, narrar é CONTAR uma história.

    Já texto descritivo é quando o autor do texto descreve uma paisagem,um momento histórico, um objeto, uma pessoa, enfim, descrever é explicar usando adjetivos.
    • Taxa
    • Comentário
  • Rhuan respondido 5 anos atrás
    aki um texto NARRATIVO e descritivo ao msm tempo

    MINHA RUA
    Passo pela rua de minha infância, mas não consigo ver o que restou. A amendoeira, em frente à quitanda aonde minha mãe fazia compras rotineiramente, já não existe mais. A quitanda veio abaixo. As pessoas já não estão mais lá. As casas, umas foram reformadas para atender à modernidade, outras viraram espigões para caber mais gente num mundo já excessivamente povoado. Na minha rua não havia calçadas, porque, também, não havia calçamento. Quando menino, soltava pipas no meio da rua, porque ali não passava carros. Corrijo-me: passava o leiteiro todos os dias. Quantas vezes aquela caminhonete enguiçava na subida da rua. A garotada ajudava-o a empurrar, mas não raramente tinha que vir um guincho para resolver o problema. E ninguém tinha pressa e o leiteiro não perdia o seu ânimo. Continuava ali vendendo o seu leite, porque as pessoas eram solidárias e desciam de suas casas para comprar um ou mais litros daquele alimento precioso. Hoje, quando vou ao supermercado, me espanto ao ver tantas marcas de leite, tanta facilidade de escolha e lembro-me daquele personagem do passado. A tecnologia que me perdoe, mas a singeleza é fundamental. Havia um valão onde pegava peixinhos vadios. Lá estavam sapos, rãs e um córrego sujo onde a bola de borracha que jogávamos caía sempre. Limpávamos na roupa e nem lavávamos as mãos. Não havia enfermidade, porque "doença gosta é de preocupação", dizia meu saudoso avô. Minha rua não é mais a mesma, é claro. Minha rua, entretanto, em minha imaginação, é tal como dizem os versos de uma antiga canção:"...minha rua é modesta, é uma paisagem de festa, é uma cascata de luz." No imaginário daquela rua estão os meus diálogos com meus amigos; está a vida das pessoas que se foram; está o chamar de minha mãe, gritando pelo meu nome, para que eu entrasse para tomar banho; está o suor de meu esforço para ganhar partidas de futebol jogadas em frente à minha casa; estão as marcas dos pneus do carrinho do pipoqueiro; estão as pisadas diárias do vendedor de canjica, sempre com sua roupa excessivamente branca, sorrindo para todos como se fosse o dono do mundo e assim era; estão os sons da rádio nacional que, em uníssono, entrava pelas casas levando novelas, programas de auditório, o repórter Esso, e o "Nada além de um minuto" - programa preferido de meu pai. Lembro-me muito bem quando Chico Viola, Francisco Alves faleceu carbonizado, vítima de um trágico acidente com seu carro na antiga Rodovia Rio-São Paulo. A Rádio Nacional transmitiu todo o evento de seu sepultamento. O país parou, as pessoas choravam, minha mãe e meu pai ficaram inconsoláveis: o Chico Viola, havia partido. São ecos da minha rua que já não mais se ouvem. Desapareceu no éter todo o invento, toda a construção histórica do cenário onde eu vivi. Limparam o palco, tiraram as coxias, o mobiliário foi destruído pelo tempo, já não há mais "ponto" para nos lembrar das "deixas" da grande peça chamada viver. Em cena está a saudade, a ausência, a presença furiosa dos dias que passam, inclementes, trazendo novos atores, que assumirão as situações do novo tempo, até que envelheçam e sintam uma grande saudade no ar.


    Fonte(s):

    e aki uma explicaçao:


    O texto descritivo é como uma fotografia em palavras.É pela descrição que conhecemos lugares,pessoas,cheiros...

    "Na descrição não há sucessão de acontecimentos no tempo, de sorte que não haverá transformações de estado da pessoa, coisa ou ambiente que está sendo descrito diferentemente da narração, mas sim a apresentação pura e simples do estado do ser descrito em um determinado momento.
    A descrição se caracteriza por ser o retrato de pessoas, objetos ou cenas. Para produzir o retrato de um ser, de um objeto ou de uma cena, podemos utilizar a linguagem não-verbal, como no caso das fotos, pinturas e gravuras, ou a linguagem verbal (oral ou escrita). A utilização de uma dessas linguagens não exclui necessariamente a outra: pense, por exemplo, nas fotos ou ilustrações com legendas, em que a linguagem verbal é utilizada como complemento da linguagem não-verbal. Pense também num anúncio de animal de estimação perdido em que, ao lado da descrição verbal, também seja apresentada, como complemento àquela informação, a sua foto.

    A Descrição Verbal
    A descrição verbal também trabalha com imagens, representadas por palavras devidamente organizadas em frases. Essas imagens podem ou não vir associadas a informações.
    Pode-se entender a descrição como um tipo de texto em que, por meio da enumeração de detalhes e da relação de informações, dados e características, vai-se construindo a imagem verbal daquilo que se pretende descrever. Observe que, no texto de Arthur Nestrovski, o autor enumera elementos constantes do trabalho de Sebastião Salgado, associando a eles informações que não estão presentes na foto.
    A descrição, entretanto, não se resume a uma enumeração pura e simples. Se assim fosse, a descrição de Arthur Nestrovski faz da foto de Sebastião Salgado nada nos esclareceria além daquilo da própria foto nos diz. É essencial revelar também traços distintivos, ou seja, aquilo que distingue o objeto descrito dos demais. Observe que, ao descrever a foto, o autor nos revela características que, talvez, não tivéssemos percebido quando a olhamos pela primeira vez, além das impressões que ela lhe causou.

    Uma observação
    Dificilmente você encontrará um texto exclusivamente descrito (isso ocorre em catálogos, manuais e demais textos instrucionais). O mais comum é haver trechos descritivos inseridos em textos narrativos e dissertativos. Em romances, por exemplo, que são textos narrativos por excelência, você pode perceber várias passagens descritivas, tanto de personagens como de ambientes.

    O Ponto de Vista
    O Ponto de vista é a posição que escolhemos para melhor observar o ser ou o objeto que vamos descrever. No entanto, nas descrições, além da posição física, é fundamental a atitude, ou seja, a predisposição psicológica que temos com relação àquilo que vamos descrever. o ponto de vista (físico e psicológico) que adotarmos acabará determinando os recursos expressivos (vocabulário, figuras, tipo de frase) que utilizaremos na descrição.
    O ponto de vista físico vai determinar a ordem da apresentação dos detalhes, que devem ser apresentados progressivamente. Observe o que diz Othon M. Garcia, em sua obra Comunicação em prosa moderna p. 217:
    Nunca é, por exemplo, boa norma apresentar todos os detalhes acumulados em um só período. Deve-se, ao contrário, oferecê-los ao leitor pouco a pouco, verificando as partes focalizadas e associando-as ou interligando-as.
    Na descrição de uma pessoa, por exemplo, podemos, inicialmente, passar uma visão geral e depois, aproximando-se dela, a visão dos detalhes: como são seus olhos, seu nariz, sua boca, seu sorriso, o que esse sorriso revela (inquietação, ironia, desprezo, desespero...), etc.
    Na descrição de objetos, é importante que, além da imagem visual, sejam transmitidas ao leitor outras referências sensoriais, como as táteis (o objeto é liso ou áspero?), as auditivas (o som que ele emite é grave ou agudo?), as olfativas (o objeto exala algum cheiro?).
    A descrição de paisagens (uma planície, uma praia, por exemplo) ou de ambientes (como uma sala, um escritório) -- as cenas -- também não devem se limitar a uma visão geral. É preciso ressaltar seus detalhes, e isso não é percebido apenas pela visão. Certamente, numa paisagem ou ambiente haverá ruídos, sensações térmicas, cheiros, que deverão ser transmitidos ao leitor, evitando que a descrição se transforme numa fria e pouco expressiva fotografia. Também poderão integrar a cena pessoas, vultos, animais ou coisas, que lhe dão vida. É, portanto, fundamental destocar esses elementos. "
    retirado do site:http://www.brasilescola.com/redacao/desc...

    Exemplo:Um cilindro de madeira, de cor preta, medindo aproximadamente 17,5cm. de comprimento po 0,7cm. de diâmetro, envolve um cilindro menor, de grafite, de mesmo comprimento, porém de 0,15cm. de diâmetro
    De uma das extremidades, foi retirada madeira, formando-se um cone, cujo ápice é uma fina ponta de grafite".
    Outro exemplo:"Abriu as venezianas e ficou a
    • Taxa
    • Comentário
  • Sign In 

    para adicionar sua resposta

Quem está seguindo esta pergunta?

    %
    MELHORES RESPOSTAS
    Membro desde:
    Pontos: Pontos: Nível
    Total de respostas:
    Pontos nesta semana:
    Seguir
     
    Deixar de seguir
     
    Bloquear
     
    Desbloquear