Como lidar com seqüestros passionais?

Isso tem ocorrido com muita freqüência e o desfecho tem sido sempre trágico, com mortos e feridos. Onde está o erro, a falha? Vocês não acham que a tática utilizada está sendo equivocada? Essas pessoas não são "bandidos". São pessoas comuns, fazem parte da sociedade, trabalham, estudam e num momento de... mostrar mais Isso tem ocorrido com muita freqüência e o desfecho tem sido sempre trágico, com mortos e feridos.
Onde está o erro, a falha?
Vocês não acham que a tática utilizada está sendo equivocada?
Essas pessoas não são "bandidos". São pessoas comuns, fazem parte da sociedade, trabalham, estudam e num momento de descontrole emocional agem dessa forma. Portanto, entendo que deveria haver um preparo especial para render o seqüestrador e salvar a vida das vítimas.
Que grupo de polícia é que está totalmente habilitado e preparado para atuar nesses casos passionais? É o GATE? GOE? Qual?

Leiam, por favor:

Seqüestro passional terminou em tragédia em 2007; vejam outros casos

Há pouco menos de um ano, um CASO SIMILAR ao que aconteceu em Santo André (Grande São Paulo) desde a segunda-feira (13) --um rapaz mantém a ex-namorada e uma colega dela como reféns-- terminou em tragédia em Praia Grande, litoral do Estado.

O motoboy Gilmar Leandro da Silva Filho, 23, invadiu a farmácia onde a ex-namorada Evellyn Ferreira Amorim, 18, trabalhava como caixa e, com um revólver, rendeu a moça e um colega na madrugada do dia 19 de novembro. A Polícia Militar cercou o local e passou a negociar com Silva Filho a libertação dos reféns.

Horas depois, por volta das 12h, a PM ouviu os disparos e entrou no local. Ambos estavam baleados na cabeça. Segundo a polícia, o motoboy atirou na namorada e se matou em seguida. Silva Filho rendeu a moça com o intuito de reatar um relacionamento de cinco anos, que havia terminado.

Não foi a primeira vez que Silva Filho manteve a ex-namorada refém. No dia 13 de junho do mesmo ano, o rapaz, mais uma vez armado, invadiu a casa dela e a rendeu. Ele se entregou à Polícia Civil e foi preso em flagrante, mas saiu um mês depois, em liberdade provisória.

Pouco mais de um ano antes, um outro seqüestro passional também terminou com duas mortes. Em outubro de 2006 o comerciante Gilberto Gomes de Lima, 43, manteve reféns a mulher Gilvanete da Silva de Lima, 37, e a suposta amante, Andreia Pereira Santana, 31, por mais de 30 horas. Apesar da negociação com a polícia, Lima matou Andreia, que estava grávida, e se matou em seguida. Gilvanete não foi ferida.

Andreia era casada havia 12 anos com o marceneiro Edson Pereira Dutra, 34, tinha dois filhos e estava grávida de dois meses, supostamente de Lima. Para a família do comerciante, esse teria sido o motivo do crime.

Lima tinha dois filhos, de 21 e 19 anos, com Gilvanete. O romance entre Lima e Andreia era de conhecimento de Gilvanete e da família havia pelo menos quatro meses.

Na tarde de 26 de outubro, Andreia foi até a loja de Lima, e o objetivo seria contar para a mulher dele que estava grávida. Segundo vizinhos, eles começaram a discutir, e Lima baixou a porta da loja onde vendia móveis. Gilvanete foi até o local após telefonar para lá e ser atendida por Andreia.

Por volta das 23h30, alertado por uma irmã de Andreia de que a mulher poderia estar na loja de Lima, o marido da moça foi ao local com três amigos. Ele tentou abrir a porta, mas Lima fez quatro disparos. Acionada pelo marido de Andreia, a polícia chegou por volta da meia-noite e também foi recebida a tiros. Depois disso, começaram o cerco e as negociações.

Durante as cerca de 30 horas em que permaneceu cercado pela polícia no cômodo sem janelas e com uma única porta, o comerciante conversou pelo telefone com a mãe e com alguns dos dez irmãos várias vezes, mas ninguém conseguiu convencê-lo a se entregar. "Nós não tínhamos esperança nenhuma, porque ele já tinha dito [por telefone] que só sairia de lá morto", disse Nizete Gomes de Lima, irmã do comerciante.

Em janeiro de 2007 um presidiário manteve a ex-mulher como refém por 36 horas. Carla Joelma Alencar Viana, 33, aproveitou um cochilo para fugir, na madrugada do dia 4 de janeiro, no bairro de Quitaúna, em Osasco, na Grande São Paulo.

Enquanto o presidiário Edson Félix dos Santos, 34, dormia, sua ex-mulher abriu uma janela e foi puxada para fora por policiais militares que cercavam a casa. Uma hora depois, Santos aceitou se entregar à PM. Ele foi preso e levado para a Delegacia Seccional.

Santo André

continua:http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/20...

Atualizar: Ieda: Concordo. "Se não tinham mais saco com o caso, em virtude da demora com a situação, não seria melhor que esperassem o seqüestrador se entregar?"
Atualização 2: Tatazinh: O rapaz queria que nadadaquilo estivesse acontecendo. Ele amava a garota e se sentiu arrasado por sua perda. isso sedeve aos chamados "5 minutos" de loucura. Qualquer indivíduo, pobre, rico, gordo, magro... está passível de "loucuras" por amor ou por ódio. O tal... mostrar mais Tatazinh: O rapaz queria que nadadaquilo estivesse acontecendo.
Ele amava a garota e se sentiu arrasado por sua perda.
isso sedeve aos chamados "5 minutos" de loucura.
Qualquer indivíduo, pobre, rico, gordo, magro... está passível de "loucuras" por amor ou por ódio.
O tal "seqüestro" (cárcere privado) não foi motivado por dinheiro.
O rapaz não queria dinheiro.
Ele ficou enciumado quando pegou a ex (Eloá) com a amiga e mais dois garotos no ap. dela.
Atualização 3: É óbvio que o indivíduo passou ser "bandido", visto que seqüestrou e matou.
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