Tudo Sobre Briófitas, Pteridófitas, Gimnospermas, Angiospermas.?

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  • DiDi respondido 6 anos atrás
Bom carinha vou te ajudar com briofitas que é a minha praia
BRIÓFITAS

Essa Divisão compreende vegetais terrestres com morfologia bastante simples, conhecidos popularmente como "musgos" ou "hepáticas". São organismos eucariontes, pluricelulares, onde apenas os elementos reprodutivos são unicelulares, enquadrando-se no Reino Plantae, como todos os demais grupos de plantas terrestres.

OBS: bryon (grego)-musgo; e phyton (grego)-planta.

Possuem clorofila a e b;
Possuem amido como polissacarídeo de reserva;
As células possuem parede (composta por celulose);
Presença de cutícula;
Ciclo de vida diplobionte heteromórfico, esporófito parcial ou completamente dependente do gametófito;
Reprodução o orgânica;
Esporófito não ramificado, com um único esporângio terminal;
Gametângio e esporângios envolvidos por camada de células estéreis.
As briófitas são características de ambientes terrestre úmido, embora algumas apresentem adaptações que permitem a ocupação dos mais variados tipos de ambientes, resistindo tanto à imersão, em ambientes totalmente aquáticos, como a desidratação quando atuam como sucessores primários na colonização, por exemplo, de rochas nuas ou mesmo ao congelamento em regiões polares. Apresenta-se, entretanto sempre dependentes da água, ao menos para o deslocamento do anterozóide flagelado até a o osfera. Estas Divisões não possuem representantes marinhas.

As briófitas são diplobionte, apresentando alternância de gerações heteromórfica entre gametófito ramificado, fotossintetizante e independente e esporófito não ramificado e ao menos parcialmente dependente do gametófito.

A partir da meiose ocorrida em estruturas especiais do esporófito surgem os esporos que ao germinarem originam os gametófitos. Os esporos podem originar diretamente a planta que produzirá as estruturas reprodutivas, normalmente eretas ou originar primeiro uma fase filamentosa, com filamento unisseriado, ramificado, com paredes transversais oblíquas ao eixo longitudinal (protonema), que dará origem à parte ereta.

Os gametófitos podem ser divididos em rizóides, filídios e caulídios. Os mais simples não apresentam diferenciação entre filídio e caulídio e geralmente são prostrados, sendo denominados talosos, enquanto aqueles onde se distinguem essas estruturas, normalmente eretos, são denominados folhosos.

No ápice dos gametófitos surgem estruturas de reprodução características, denominados arquegônios, onde se diferencia o gameta feminino (oosfera) e anterídios, onde se diferenciam os gametas masculinos (anterozóides).

Nas briófitas o zigoto germina sobre a planta mãe e o esporófito resultante permanece ligado a ela durante toda a sua vida, apresentando dependência parcial ou total.

Os Esporófitos nunca são ramificados e apresenta diferentes graus de complexidade segundo o grupo a que pertencem, podendo ser divididos em pé, seta e cápsula. O pé apresenta-se imerso no tecido do gametófito e é responsável pela absorção de substâncias. Sustentado pela seta encontra-se o esporângio terminal, denominado cápsula, apresentando um envoltório de tecido externo com função de proteção, sendo os esporos diferenciados por meiose a partir de camadas internas (tecido esporógeno). Em certos casos, quando a cápsula apresenta deiscência transversal, observa-se um opérculo que se destaca para permitir a passagem dos esporos. A cápsula pode estar parcial ou totalmente coberta pela caliptra que é formada por restos do tecido do arquegônio transportados durante o desenvolvimento do esporófito, e fornece uma proteção adicional. O esporófito, embora sempre dependente do gametófito pode, em certas classes de Bryophyta (Anthocerotae e Musci), realizar fotossíntese, ao menos durante o início do seu desenvolvimento.

As briófitas podem apresentar três tipos de reprodução

1. Gamética: Em condições adequadas de umidade, os anterozóides pequenos e biflagelados são liberados pelo rompimento da parede do anterídio, enquanto as células do canal do arquegônio rompem-se, liberando um fluido que direciona os anterozóides até a oosfera, havendo então a fecundação;

2. Espórica: A liberação dos esporos ocorre através de movimentos higroscópicos dos dentes do peristômio. Esses movimentos são devidos a variação da umidade do ar;

3. Vegetativa - 4 formas de reprodução:

Fragmentação: desenvolvimento de fragmentos do talo em outro indivíduo.
Gemas (ou propágulos): estruturas especialmente diferenciadas, com forma definida, que darão origem a um novo indivíduo. As gemas são produzidas dentro de estrutas em forma de taça denominadas conceptáculos.
Aposporia: desenvolvimento do esporófito em gametófito sem que ocorra meiose. Normalmente ocorre a partir de um fragmento da seta cuja regeneração origina um gametófito. Pode resultar na formação de organismos poliplóides.
Apogamia: desenvolvimento do gametófito em esporófito sem que haja fecundação. Pode ocorrer não apenas a partir de gametas, mas também de filídios ou do própio protonema.
Na Antigüidade, o termo "muscus" era utilizado por estudiosos gregos e romanos englobando, além das briófitas propriamente ditas, os líquens e algumas algas, plantas vasculares e mesmo invertebrados.

Embora na Renascença alguns autores tenham estudado gêneros de interesse médico, Dillenius (1741) em sua obra "Historia Muscarum" foi o primeiro autor a estudar esses organismos de forma mais compreensiva. No entanto, o trabalho interpreta erroneamente a cápsula (esporângio) como antera e os esporos como grãos de pólen. Em função disso, Linnaeus (1753) em "Species Plantarum" classifica as briófitas como próximas a angiospermas.

A interpretação correta das estruturas encontradas nesses vegetais, não apenas referntes ao esporófito, mas também ao ciclo de vida, a função de anterídios e arqugônios foi dada por Hedwig (1801), permitindo o estabelecimento de bases mais corretas para sua classificação.

Atualmente briófitas são separadas pela maioria dos autores em 3 classes, Hepaticae, Anthoceotae e Musci (eg. Schofield, 1985). Outros autores tratam essas três classes como Divisões.

Classe Hepaticae: hepatos (grego)-fígado.
É constituída por cerca de 300 gêneros e 10.000 espécies.

Classe Anthocerotae: anthos (grego)-flor.
É constituída por apenas gêneros e 300 espécies.

Classe Musci: muscus (latim)-musgo.
É constituída por cerca de 700 gêneros e 14.000 espécies.

CONCLUSÃO

As briófitas são organismos multicelulares autótrofos, de pequeno porte, a grande maioria não ultrapassa 30cm. Vivem em ambientes úmidos e sombreados; não possuem sistema de vasos condutores.

As características gerais são:

I. A grande maioria das espécies é terrestre de ambiente úmido e sobreado (musgos, hepáticos anthóceros).

II. São plantas avasculares (ausência de vasos condutores); os líquidos são conduzidos por difusão célula a célula.

III. Ocorrem ainda espécies com a Ricciocarpus natans que flutua em H2O doce e a Riccia flutuantes que vivem submersas em água doce.

IV. O musgo do gênero Shpagnum forma a turfa, que funciona como adubo na melhoria solo, quando seco e moído pode ser utilizado como combustível.
Espero que eu tenha te ajudado
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Outras respostas (2)

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  • ela respondido 6 anos atrás
    Briófitas: São vegetais na maioria terrestres, de lugares úmidos e de pequeno porte (apenas alguns centímetros). Os musgos se fixam no solo por pequenos filamentos, os risóides, que tbm fazem a absorção de água e sais. O caule e as pequenas folhas não têm vasos condutores de seiva e por isso não saõ considerados verdadeiros, como os das plantas vasculares. Assim, nas briófitas (avasculares), o transporte de água é muito lento e se faz por osmose, de célula para célula, o q obviamente limita o seu trabalho.
    Como adaptação do meio terrestre, seus órgãos reprodutores apresentam umacamada de célula estéreis protetoras (epiderme). O gametângio feminino é o arquegônio, com apenas um gameta, a oosfera. O gametângio masculino é o anteródio, com muitos anterozóides flagelados.
    Qnt à reprodução, há sempre um ciclo de alternância de gerações, com a fase gametofítica (G), haplóide, representada pela plantinha (musgo) ou pelo talo (hepáticas), ambas verdes, autótrogos. O esporófito (E), diplóide, é reduzido, formando-se a partir do desenvolvimento do zigoto sobre o gametófito feminino, do ql depende para a nutrição.

    Pteridófitas: São os primeiros vegetais vasculares, sendo capazes, portanto, de transportar facilmente a água das raízes para seus órgãos aéreos, o caule e as folhas. Essas plantas são chamadas traqueófitas, pois seu tecido condutor é representado pelas traquéias ou vasos lenhosos (xilema), que transporta água e sais absorvidos pelas raízes e seus vasos liberianos (floema), transportam uma solução orgânica com os produtos de fotossíntese.
    O mais importante grupo de pteridófitas é o das filicíneas (pterófitas), conhecidas popularmente como samambaias. Elas são bem diveersificadas, com formas pequenas, de caules postrados, herbáceas, epífitas, árvores e até espécies aqueáticas flutuantes. Suas folhas são em geral bem desenvolvidas e, quando novas , apresentam-se enroladas (báculos) pq o crescimento da face interior é maior do q a da face superior. Tais folhas na maioria das espécies são compostas, pendas.

    Gimnospermas: As primeiras plantas com sementes foram as pteridospermas, q existem há cerca de 300 milhões de anos. Esse grupo, já extinto, representou a transição evolutiva das pteridófitas para as gimnospermas. Elas eram grandes árvores, de caule lenhoso e, portanto, já tinham vaos condutores (traqueófitas).
    O maior grupo de gimnospermas é o das confíferas, representada por todas as espécies de pinheiros, araucárias, ciprestes, sequóias e o cedro-do-líbano.

    Angiospermas: Apresetam raízes, caules, folhas, flores, sementes e frutos.
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  • jhonny maza respondido 6 anos atrás
    Espero poder ajudar.

    Pteridófitas

    São as plantas vasculares sem sementes. Atualmente, costuma-se dividir essas plantas costumam em 4 filos: Psilophyta, Lycophyta, Sphenophyta e Pterophyta (o filo das samambaias).

    As pteridófitas possuem arquegônios contendo a oosfera. Os gametas masculinos são anterozóides multiflagelados. Em condições adequadas, as paredes do anterídio se rompem, liberando os anterozóides que nadam até o arquegônio, que ali penetram por um canal, atingindo a oosfera (este processo também ocorre nas briófitas). O zigoto germina sobre a planta-mãe, dando origem ao esporófito dominante, que possui esporos em esporângios; esses esporos, ao germinarem, darão origem a uma nova planta-mãe.


    O filo Psilophyta é representado no Brasil pelo gênero Psylotum, uma planta herbácea com ramificação dicotômica (Y), desprovida de raízes (em seu lugar existe um rizoma, com micorrizas associadas) e folhas, porém apresentam vascularização. Em muito se assemelham ao gênero Rhynia, um gênero que existiu no período Devoniano. Na planta adulta, os eixos produzem esporângios trilobados em ramos laterais muito curtos; o gênero Psilotum é homosporado; após a germinação, os esporos originam o gametófito, que é uma estrutura aclorofilada (portanto saprófita) subterrânea, com associação de micorrizas. Os anterozóides de Psilotum necessitam de água para nadar até a oosfera; o esporófito originado sexualmente fica, inicialmente, preso ao gametófito, absorvendo seus nutrientes, mas depois solta-se do pé, que permanece no gametófito.


    O filo Licophyta também possue seus precursores no Devoniano e é representada pelos licopódios (plantas homosporadas) e selaginelas (heterosporadas). Os esporófitos da maioria dos gêneros de Lycopodiaceae são constituídos por um rizoma (caule subterâneo horizontal) ramificado que emite ramos aéreos e raízes. Os esporofilos (folhas portando esporângios) localizam-se em ramos modificados, com entrenós muito curtos, os estróbilos. Embora sejam plantas herbáceas, seus ancestrais fósseis atingiam dimensões arbóreas. Após a germinação, os esporos de Lycopodiaceae originam gametófitos bissexuados, que podem ser estruturas verdes, irregularmente lobadas (ex.: Lycopodiella) ou estruturas micorrízicas subterrâneas (ex.: Lycopodium). Até que os arquegônios e anterídios de um Lycopodiaceae se desenvolvam completamente, pode ocorrer um período de cerca de 15 anos. Existe a necessidade de água para a fecundação, pois o anterozóide nada até o arquegônio; o embrião formado cresce no interior do arquegônio, originando o esporófito, que permanece por um tempo preso ao gametófito e depois se torna independente.


    O filo Sphenophyta é representado atualmente pelo gênero Equisetum (cavalinha). Seu hábito é verticilado (as diminutas folhas distribuem-se verticiladamente na região do nó). Os entrenós são estriados e apresentam sílica nas células epidérmicas. Os caules surgem de sistemas subterrâneos que permanecem vivos durante as estações desfavoráveis, quando a parte aérea morre. A atividade fotossintetizante das folhas é desprezível; a maior parte da fotossíntese é efetuada pelo caule estriado, como em Psilotum. As raízes nascem de rizomas subterrâneos profundos. Os esporângios são localizados em estróbilos, localizados em ramos estrobilíferos aclorofilados (E. arvense) ou nas extremidades de ramos vegetativos (E. hyemale). Os apêndices que transportam os esporângios são conhecidos como esporangióforos, e não esporófilos, uma vez que não são estruturas foliares; os Equisetum são homosporados. Quando os esporos estão maduros os esporângios contraem-se e rompem-se ao longo de sua superfície interna, liberando os esporos. As paredes desses esporos possuem elatérios, faixas espessadas que se espiralam quando úmidas e desenrolam quando secas, auxiliando na dispersão dos esporos. As Sphenophyta fósseis remontam do Pensilvanio.

    O filo Pterophyta é o mais conhecido e compreende os vegetais vasculares com folhas e raízes verdadeiras (samambaias). As folhas podem ser simples ou ter sua lâmina dividida em folíolos. Na maioria dos grupos, a face inferior das folhas cresce mais que a superior (vernação circinada), resultando em seu enrolamento (báculo). As samambaias podem ser classificadas como eusporangiadas ou leptosporangiadas. Nas primeiras, é produzido um eusporângio, a partir de muitas células iniciais localizadas na superfície do tecido a partir do qual o esporângio será produzido; nas samambaias leptosporangiadas, o esporângio é produzido a partir de uma única célula inicial. Os esporângios encontram-se reunidos em soros, esporocarpos, espigas ou sinângios. Nos grupos nos quais os esporângios encontram-se reunidos em soros, ocorre uma estrutura diferenciada, o anel ou ânulo que, através de movimentos higroscópicos (advindos da dessecação), é responsável pelo rompimento do estômio (camada de células com menor resistência), liberando os esporos, que irão germinar, formando um novo gametófifo (protalo). A maioria das samambaias atuais é homosporada, com exceção dos representantes de duas ordens aquáticas.

    Briófitas (do grego: bryon = musgo; phyton = planta)
    As briófitas compreendem os vegetais terrestres morfologicamente mais simples, possuindo clorifilas a e b. Conhecidas popularmente como "musgos" (filo Bryophyta) , "antoceros" (filo Anthocerophyta) ou "hepáticas" (filo Hepatophyta), ocupam caracteristicamente ambientes úmidos (adaptação à falta de vasos condutores), por serem dependentes da água para a fecundação, no deslocamento de anterozóides flagelados até a oosfera. Algumas porém, são resistentes à falta de água, podendo o gametófito sobreviver por meses de sêca (por exemplo, nos desertos). Assim como os liquens, são colonizadoras de rochas e também sensíveis à poluição, funcionando como bio-indicadoras.

    Atualmente, considera-se que as briófitas representam um grupo de transição entre as algas verde (carófitas) e as plantas vasculares; tais algas apresentam, como as plantas, cloroplastos com grana bem desenvolvidos e células móveis assimétricas, com flagelos laterais; além disso, na ordem Coleochaetales, os zigotos ficam retidos dentro do talo parental e, ao menos uma espécie, apresenta células de transferência, como as plantas. As briófitas se distinguem das carófitas, por algumas características como: presença de gametângios masculino e feminino (anterídio e arquegônio) e esporângios revestidos por uma camada protetora de células estéreis, embrião desenvolvendo-se no interior do arquegônio e esporos contendo esporopolenina, entre outras.


    As briófitas apresentam alternância de gerações entre gametófto ramificado fotossintetizante (independente) e esporófito não ramificado (dependente, ao menos em parte, do gametófito). O espórófito (2n), resultante da união de dois gametas (n), origina, após ocorrência de meiose (R!) no tecido esporógeno, esporos haplóides (n). Esses, por sua vez, ao serem liberados das cápsulas e encontrarem substrato adequado, germinam, originando novos gametófitos (n).


    Os antóceros e muitas hepáticas são talóides, isto é, seus gametófitos são geralmente achatados e dicotomicamente ramificados, formando talos (corpos indiferenciados, não formando raízes, folhas ou caules). Esses talos são freqüentemente delgados, facilitando a absorção de CO2. Alguns representantes, como o gênero Marchantia (uma hepática) possuem adaptações (no caso, poros superficiais) para aumentar a permeabilidade desse gás. Marchanthia apresenta, além de anterídios e arquegônios, conceptáculos com estruturas germinativas, chamadas gemas, que podem originar novas plantas.

    Os gametófitos dos representantes do Filo Bryophyta são formados por rizóides, filóides e caulóides e podem ser talosos (quando não se distingue o filóide do caulóide) ou folhosos. Alguns autores, entre eles Raven et al. (2001) admitem uso dos termos "folhas" e "caule", em referência aos caulóides e filóides de algumas hepáticas folhosas e musgos pois, apesar de ocorrerem na geração gametofítica e não possuírem vasos condutores, alguns de seus representantes contêm fileiras de células localizadas centralmente, as quais parecem ter função de condução. Já os rízóides possuem apenas função de fixação. Os musgos, em particular, possuem tricomas e outras adaptações que contribuem para o transporte de água externa e sua absorção pelas folhas e caules (Raven, 2001). Além disso, elas também abrigam fungos e cianobactérias que podem auxiliar na obtenção de nutrientes.

    No ápice dos gametófitos surgem os arquegônios, onde se diferenciam o gameta feminino (oosfera) e os anterídios, onde se diferenciam gametas masculinos (anteozóides).

    O zigoto germina sobre a planta-mãe e o esporófito resultante permanece ligado a ela por toda a vida.


    Essas plantas não possuem xilema e floema; embora alguns representantes possuam células condutoras especializadas, estas não são lignificadas, como as das plantas vasculares.


    Os esporófitos nunca são ramificados e, na maioria das briófitas, são constituídos de pé, seta e cápsula. São divididos em:

    Pé: imerso, através da placenta, no arquegônio do gametófito; é responsável pela absorção de substâncias que irão nutrir o esporófito;
    Seta: sustenta a cápsula
    Cápsula: esporângio contendo grande quantidade de esporos; no Filo Bryophyta, pode estar parcial ou totalmente coberta pela caliptra, que é formada por restos de tecido do arquegônio e fornece uma proteção adicional.


    Anatomia de Briófitas (segundo semestre):


    As células das briófitas são interligadas por plasmodesmos, semelhantes a
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