GROO perguntou em Ecologia e Meio AmbienteConservação · Há 1 década

Até em que ponto a necessidade do homen progredir impedirá a natureza de seguir seu caminho?

Plantações de cana que destroem florestas, mineração, madereiras, estradas, enfim, até onde?

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http://fotolog.terra.com.br/walcyde

são imagens como estas que fazem a gente refletir sobre nossa necessidade de progredir respeitando a natureza.

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6 Respostas

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  • Anônimo
    Há 1 década
    Resposta favorita

    A natureza é mais forte do que o Homem e não é essa raça pensante que vai conter a FÚRIA DA NATUREZA.

    tatum

  • Rico
    Lv 6
    Há 1 década

    O avanço da Ciência e da Tecnologia é um dos mais extraordinários empreendimentos da humanidade. O mundo material que observamos ao nosso redor é uma visível manifestação disto, como resultado da aplicação cada vez mais rápida do conhecimento e das descobertas resultantes, pelo desenvolvimento tecnológico.

    O progresso da Ciência propiciou o surgimento das sociedades industriais modernas, caracterizadas pela riqueza, e pela expectativa de que esta estaria sempre disponível para todos. Aumento na produção de alimentos, melhora nos sistemas preventivos de saúde, avanços na medicina, energia disponível de muitas formas diferentes, comunicações em tempo real, etc. etc. Por outro lado, isto também levou à sociedade de consumo, pela expectativa de que os bens materiais e o conforto estariam sempre disponíveis para todos. Os altos padrões de consumo do mundo desenvolvido, e as aspirações de continuar com o mesmo modelo de desenvolvimento levaram às conhecidas pressões sobre o ambiente. Com os avanços da Ciência e Tecnologia, surgiram também problemas, muitos deles no plano ético. Poluição, degradação ambiental, armamentos e guerras, bomba atômica. Muitos culpam a própria ciência, e seus progressos, por problemas globais, para os quais a humanidade, como um todo, foi despertada. Para quem acredita na Ciência, os prejuízos e as dificuldades apontadas não foram e não são causadas pelo conhecimento, em si. Tais dificuldades surgiram, isto sim, pelo mau uso que dele fizeram, e fazem, os detentores de poder, em quaisquer níveis, ao determinarem os procedimentos e os mecanismos que regem as ações humanas. Para mim, a esperança para um futuro melhor reside em desenvolvimento adicional de C & T, para que novos caminhos de desenvolvimento, mais seguros e sustentáveis, sejam conferidos à humanidade.

    . A questão ambiental assumiu importância fundamental a partir dos anos 60, época em que despertou-se a consciência de certos grupos de ação para os problemas globais do planeta. Que problemas são esses? Crescimento populacional, qualidade da água potável, rejeitos tóxicos e radioativos, perda de biodiversidade, esgotamento de recursos energéticos, mudanças climáticas e aquecimento global, etc. etc. Em outras palavras, o planeta é finito e encontra-se em vias de saturação. Além disso, a Rio-92 demonstrou que conservação e proteção do ambiente, desenvolvimento socioeconômico e erradicação da pobreza são elementos absolutamente interligados. Anos mais tarde, qual é a situação perante as metas que nela foram postuladas? Lamentavelmente, os progressos foram muito pequenos. Houve muita discussão a respeito de clima, biodiversidade, população, economia, recursos, etc., todavia a agenda da ONU acabou sendo tomada muito mais pelos conflitos mundiais que ocorreram e continuam ocorrendo, e menos com as questões ambientais. Foram poucas as ações do Global Environmental Facility (GEF), o principal instrumento financeiro que o Banco Mundial deveria colocar a disposição de programas de desenvolvimento, e os países doadores não cumpriram suas metas e compromissos de ajuda externa. Além disso, a maioria dos países em desenvolvimento, em especial os emergentes de maior território, como a China, o Brasil, a Índia, cresceram em população e economia, passaram a consumir mais recursos naturais, e a situação ambiental global tornou-se mais crítica.

    Na reunião de Johannesbourg em 2002, dez anos após a Rio-92, a maior parte das recomendações foi um dejà vu em relação ao que constava da Agenda 21, ou ao que foi discutido em outras reuniões da ONU mais recentes. Ficou claro em Johannesburg que as metas da Agenda 21 e das convenções estabelecidas na Rio-92 nada perderam de sua urgência. Entretanto, nas discussões havidas, foram muito fortes as discordâncias entre os países desenvolvidos, que lá foram pouco dispostos a adotar metas precisas e a fixar datas, e aqueles que, como o Brasil, fizeram o possível para que os princípios acordados na Rio-92 não virassem letra morta.

    A dificuldade fundamental para a obtenção de uma situação de sustentabilidade global é a expansão populacional.

    Foram necessárias talvez umas 100.000 gerações para que o Homo Sapiens atingisse uma população de cerca um bilhão de pessoas, no início do século XX. Presentemente, cem anos depois, estamos com mais de seis bilhões. A questão essencial é a seguinte: a Terra é finita e os seus sistemas de suporte para a vida são limitados. Para quantas pessoas os recursos terrestres seriam suficientes para uma vida decente? Apesar de todas as advertências parece que não escaparemos do fato de que a população mundial praticamente dobrará dentro de quatro ou cinco décadas. As projeções efetuadas pelos organismos apropriados das Nações Unidas indicam que em meados deste século a população mundial talvez atinja uma situação de “steady state” com cerca de dez ou onze bilhões de pessoas. Há cenários piores. É óbvio que, globalmente, nossos padrões de consumo são seguramente não-sustentáveis.

    No mundo inteiro, é essencial que seja despertada a consciência da necessidade de modificar os padrões atuais do que se chama “desenvolvimento”, tendo em vista o desperdício embutido no sistema, e o consumo exagerado de recursos naturais e energéticos. Com nosso planeta “finito”, e com seus recursos a diminuir continuamente, como será possível administrar uma vida “decente” para dez ou onze bilhões de pessoas? Em seu caminho para o desenvolvimento sócio-econômico, os países emergentes, como o Brasil ou a China, não poderão repetir os padrões não-sustentáveis dos atuais países industrializados. Ao mesmo tempo, estes deverão deixar de pensar que o “desenvolvimento sustentável” é algo que não lhes diz respeito e deve ser buscado apenas no Terceiro Mundo. Além disso, seguramente terão que reduzir a sua pressão sobre os recursos do planeta. Em conclusão, a utopia de uma sociedade globalmente sustentável somente poderá ser aproximada se houver algum tipo de compromisso social, baseado em princípios éticos e de solidariedade humana.

    Como aspectos quem sabe na direção correta, muitos países e muitos governos, inclusive o brasileiro, incrementaram suas atividades relativas ao ambiente. Além disso, muitas organizações não-governamentais regionais, nacionais e internacionais foram criadas e expandiram-se no mundo todo, e suas ações crescem continuamente. A esperança num horizonte ideal de sustentabilidade global não pode ser considerada perdida.

    Qual é, na questão ambiental, o papel da Ciência e da Tecnologia?

    A responsabilidade da comunidade científica é muito grande, no sentido de aplicar o conhecimento de modo a garantir sustentabilidade. As realidades sobre população, energia, alimentos, segurança, etc., estão aí.. Cabe à Ciência identificá-las, quantificá-las, determinar seu grau de incerteza, avaliar as implicações possíveis, reduzir os mecanismos causadores adversos e indicar os caminhos do desenvolvimento à sociedade dentro dessas limitações. Além disso, embora a Ciência seja obviamente importante em si mesma, os Cientistas têm que reconhecer que fazem parte da sociedade e devem contribuir para certas transformações sociais, essenciais para o desenvolvimento sustentável.

    Ao abordarmos a questão ambiental, fica claro que a necessidade de um compromisso social, baseado em questões de ética e de solidariedade humana. Ao mesmo tempo, ao examinarmos a situação presente da sociedade globalizada, verificamos que seus paradigmas são justamente os de uma sociedade de consumo, com seus desperdícios e suas injustiças sociais. Seria possível imaginar que os mercados livres, mesmo que sejam capazes de promover certo crescimento econômico, possam tomar conta dos aspectos sociais necessários para atingir aquela sociedade sustentável equilibrada, mencionada pouco antes? Seria possível induzir sentimentos de solidariedade e de responsabilidade comum nos diversos segmentos de poder econômico, para que eles sacrifiquem alguns de seus objetivos particulares no sentido de favorecer o bem-estar comum? Não creio que no momento existam boas respostas para as perguntas acima. Por outro lado, torna-se essencial que as tendências atuais, socialmente injustas e ambientalmente não-sustentáveis, possam ser invertidas, segundo os princípios da Agenda 21, o quanto antes, possivelmente no decorrer das próximas duas ou três décadas.

    Em síntese, cabe à Ciência aos cientistas e toda a humanidade modelar a natureza das mudanças necessárias, reduzir incertezas, e acima de tudo fornecer análises para a busca dos novos caminhos para o desenvolvimento. A visão dos planejadores deverá ser o mais possível holística, necessitando da integração de conhecimentos e da experiência de muitas áreas da Ciência e da Tecnologia, engenheiros, biólogos, físicos, químicos, economistas, cientistas sociais, além de profissionais das Ciências da Terra.

  • Há 1 década

    Devemos todos ter consciência e se manifestar contra tudo o que é contra a natureza!!!!!!! Dependemos, e muito, dela!!!!!!! Cobre dos governantes o nosso futuro e o do nosso mundo!!!!!!!

    Fonte(s): www.greenpeace.org.br, www.sosma.com.br, www.clickarvore.com.br, www.amazoniaparasempre.com.br, entre outros!!!!!!!
  • Há 1 década

    Nada impede que a natureza siga seu caminho. Quando o homem gera impacto negativo a natureza esse impacto pode matar o homem. Se o impacto for muito grave o homem morre. A natureza é indestrutível Tudo se renova e a vida volta. O homem não faz um favor a natureza quando cuida dela. Ele está fazendo um favor a si mesmo.

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  • ALFS
    Lv 6
    Há 1 década

    A natureza evolue independente de cataclismas, ou mais, propriamente, em função destes.

    Seria possível imaginar que as ilhas do Japão estão afundando naturalmente, enquanto as cordilheiras estão se elevando?

    Que uma erupção vulcânica despeja na atmosfera mais poluentes do que toda atividade humana?

    Que a idade do gelo extinguiu mais de 90% das espécies antigas?

    Que o degelo a partir de 15000 anos atrás extinguiu toda a mega fauna, criando condições para o sitema dos seres vivos atuais?

    Talvez, com a mudança, o homem esteja apenas dando uma mãozinha a natureza do futuro!

  • Thais
    Lv 4
    Há 1 década

    Até o ponto que a natureza se fingara de uma vez por todas do homem

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