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O Professor de Física e o Motorista. Vamos Rir?

Um Professor de Física, ganhador do Prêmio Nobel, estava fazendo uma turnée de palestras em universidades americanas. Para maior conforto alugou um carro com motorista e dormia nos hotéis nas imediações das universidades. O motorista, John Phillips era um senhor culto. Como ficava a disposição do Professor 24h por dia, assistia suas palestras. Eram apresentações em PowerPoint, a partir de um laptop, em uma linguagem relativamente fácil, de modo aos estudantes pudessem acompanhar. Depois de assistir a meia dúzia delas, o motorista já se sentia apto a dar essas palestras sozinho e até responder às perguntas mais simples.

O Professor e o motorista com a convivência tinham se tornado amigos e resolveram, só de brincadeira que na próxima palestra iriam trocar de lugares.

Assim foi. O motorista, bem vestido, deu a palestra e as três primeiras perguntas tirou de letra. Até que fizeram uma pergunta para a qual ele não estava preparado. Ele então disse:

-- Essa pergunta é tão elementar que até meu motorista particular, aqui presente, Mr. John Phillips é capaz de responder. Mr. Phillips, por favor...

8 Respostas

Classificação
  • Anônimo
    Há 1 década
    Resposta favorita

    Hahahaha.. Essa foi muito boa. E do seu estilo, inteligente e sutil. Nota 10 + estrelinha. kkkkkkkkk.....

    A aliança

    por Luis Fernando Verissimo

    Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim. Aconteceu com um amigo meu. Fictício, claro.

    Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu. Com dificuldade ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências... Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas sem querer a chutou. A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro. Onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa. Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.

    — Você não sabe o que me aconteceu!

    — O quê?

    — Uma coisa incrível.

    — O quê?

    — Contando ninguém acredita.

    — Conta!

    — Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?

    — Não.

    — Olhe.

    E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.

    — O que aconteceu?

    E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.

    — Que coisa - diria a mulher, calmamente.

    — Não é difícil de acreditar?

    — Não. É perfeitamente possível.

    — Pois é. Eu...

    — SEU CRETINO!

    — Meu bem...

    — Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. É ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara-de-pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.

    — Mas, meu bem...

    — Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!

    E ela sairia de casa, com as crianças, sem querer ouvir explicações. Ele chegou em casa sem dizer nada. Por que o atraso? Muito trânsito. Por que essa cara? Nada, nada. E, finalmente:

    — Que fim levou a sua aliança? E ele disse:

    — Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.

    Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom-senso, a venceriam.

    — O mais importante é que você não mentiu pra mim.

    E foi tratar do jantar.

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  • Há 1 década

    MIlôr Fernandes, O ulemá e o motorista de táxi.

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  • Boa!!!

    Vc é um cara com uma variedade enorme de piadas!!

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  • ?
    Lv 7
    Há 1 década

    Essa foi muito boa , parece eu e meu marido .Tudo que eu aprendi durante anos , ensinei em pouco tempo e responde tudo que sei mas tem horas que da um branco e ele recorre a mim dizendo não é amor , eu esqueci aquela parte !

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  • ?
    Lv 4
    Há 1 década

    rsssssssssssssssssss!!! Muito boa!!!!!hahaha

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  • Anônimo
    Há 1 década

    kkkkkkkkk...........muito boa, excelente piada..........vlw;

    O rapaz vai jantar na casa dos pais da namorada:

    - Sei que é pura formalidade, senhor, mas gostaria de pedir a mão de sua filha em casamento.

    - Mas quem disse que é pura formalidade? - responde o pai da garota, irritado.

    E o rapaz:

    - O ginecologista dela!!

    um abraço!

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  • Anônimo
    Há 1 década

    huahahuahuahuhauhauhuahuhauhau

    muito legal...se tiver tempo mande ++ piadas

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  • Há 1 década

    he he he he .... assim até eu, que nunca cheguei perto de um premio Nobel. rsrsrrsrsrsrs

    Bom Domingo! Luis

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