Como fazer introdução e conclusão de um trabalho sobre liberalismo econômico (urgente)?

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fiz uma abordagem geral sobre o liberalismo econômico e falei sobre alguns pensadores econômicos.
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Aqui vai o meu contributo que apenas deve servir de orientação global ao seu trabalho:

Para a Introdução

As teses do liberalismo económico foram criadas no século XVIII com clara intenção de combater o mercantilismo, cujas práticas já não atendiam às novas necessidades do capitalismo. O pressuposto básico da teoria liberal é a emancipação da economia de qualquer dogma externo a ela mesma. Outro ponto fundamental é o fato de que todos os agentes econômicos são movidos por um impulso de crescimento e desenvolvimento econômico, que poderia ser entendido como uma ambição ou ganância individual, que no contexto macro traria benefícios para toda a sociedade, uma vez que a soma desses interesses particulares promoveria a evolução generalizada
Neste sentido a economia Liberal não está presa a nenhuma teoria econômica previamente estabelecida. Essa posição foi um repto ao Mercantilismo, uma política de intervenção do Estado na regulamentação dos preços, rotas comerciais, movimento dos portos, e de cada detalhe da vida econômica posta em prática pelas monarquias absolutistas. O economista liberal Adam Smith demonstrou os vícios dessa política em seu célebre “A Riqueza das Nações”. Os produtos têm seus preços livremente fixados pelo produtor, que terá a possibilidade de aceitar a resposta do mercado ou desistir da produção.
A resposta do mercado relativa a um produto dependerá do interesse por ele e da possibilidade de recursos dos consumidores para adquiri-lo. Se o interesse é grande e circula muito dinheiro, os preços serão altos, e isto criará uma atraente “oportunidade de mercado” que atrairá muitos outros para a produção. A oportunidade declina com a maior oferta do produto, o que faz caírem os preços a um nível mínimo para sustentar a produção e a comercialização, abaixo do qual a mercadoria desaparecerá do sistema. A isto se convencionou chamar “mercado livre” e está baseado, não na cobiça, mas em uma “harmonia natural de interesses”. Deste modo, a distribuição da riqueza é naturalmente proporcional ao mérito. A virtude do liberal não está, portanto, em operar com lucros mínimos, mas em não burlar a lei do mercado com a formação de cartéis que sustentam preços desnecessariamente altos, ou baixar os preços de uma mercadoria operando com prejuízo até eliminar seus concorrentes e deste modo criar um monopólio de produção, fazer propaganda enganosa de seus produtos, e outras medidas que quebram artificialmente a “harmonia natural de interesses” e prejudicam a sociedade.

Aspectos Conclusivos

O aprofundamento das economias baseadas num neo liberalismo económico progressivo vieram, pouco e pouco a falhar nos seus objetivos, tendo surgido um novo-desenvolvimentismo com diversas origens, entre as quais a visão de Keynes e de outros economistas keynesianos contemporâneos. Nestas teses era não só defendida a complementaridade entre Estado e mercado, como ainda, a visão neo-estruturalista que, tomando como ponto de partida que a industrialização latino-americana não foi suficiente para resolver os problemas de desigualdades sociais na região, defende a adoção de uma estratégia de “transformação produtiva com equidade social” que permita compatibilizar um crescimento econômico sustentável com uma melhor distribuição de renda.
Nos novos conceitos de compatibilizar o papel do Estado numa economia de mercado podem ser sintetizados no seguinte modelo económico:
Economia Social de Mercado
Na economia social de mercado juntam-se dois princípios básicos: o liberalismo e o socialismo. O liberalismo, com o qual chegou-se a acreditar, por um tempo, que a mão invisível conseguiria resolver todos os problemas econômicos de um país e o socialismo, que optou por planejar, centralizadamente, todos os detalhes da vida econômica dos países onde foi implantado. Ou seja, o laissez-faire de um lado e o autoritarismo de outro. Para dar à economia a maior liberdade possível, permitindo que a mão invisível do mercado funcione, surgiu a idéia de "menos Estado, melhor Estado".
Para que isso funcione, o Estado precisa criar um marco legal eficiente, o que é fundamental para qualquer tipo de negócio, assegurando a livre competição e a estabilidade monetária, através de instituições de controle e regulação. Somente assim o mercado será capaz de funcionar e criar preços relativos reais e eficientes.
Também o crescente intervencionismo do Estado na Segurança Social passa a ser reconhecido como factor estimulante para o funcionamento do mercado, já que uma pessoa economicamente inativa, seja por sua idade, seja por doença ou desemprego, precisa como elemento consumidor desse mercado de ter a protecção da de segurança social. Isso deixa não só o cidadão, mas toda a sociedade, mais tranquilos e melhor equipados para produzir garantindo uma maior estabilidade no funcionamento do mercado concorrencial

Source:

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