Qual a relaçao entre estratificaçao social e mobilidade social?

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alguem me ajude !!!!!
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ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL indica a existência de diferenças, de desigualdades entre pessoas de uma determinada sociedade. Ela indica a existência de grupos de pessoas que ocupam posições diferentes. São três os principais tipos de estratificação social:

* Estratificação econômica: baseada na posse de bens materiais, fazendo com que haja pessoas ricas, pobres e em situação intermediária;
* Estratificação política: baseada na situação de mando na sociedade (grupos que têm e grupos que não têm poder);
* Estratificação profissional: baseada nos diferentes graus de importância atribuídos a cada profissional pela sociedade. Por exemplo, em nossa sociedade valorizamos muito mais a profissão de advogado do que a profissão de pedreiro.

MOBILIDADE SOCIAL entende-se toda a passagem de um indivíduo ou de um grupo de uma posição social para outra, dentro de uma constelação de grupos e de status sociais.

A relação entre estratificação social e mobilidade social é justamente a transição que os grupos das sociedades passam. Como um bom exemplo é quando um funcionário de renda muito baixa, e é promovido para receber uma renda superior a sua levando assim a mudança de status na vida social do mesmo.
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Outras respostas (3)

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  • ♥ ŠÜZÎ ♥ respondido 7 anos atrás
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Estratifica...

    http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/...

    São dois sites bons e limpos.Pode ter certeza
    abraços
    suzi
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  • dacle respondido 7 anos atrás
    riqueza com a pobreza
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  • H. Sue ♥ G. Gê respondido 7 anos atrás
    Um apanhado da maioria das publicações em Ciências Sociais indexadas no índice de Ciências Sociais com particular atenção para o estudo da Estratificação e Mobilidade Social no Brasil, atentando para as fontes dos estudos, as regiões cobertas, os períodos estudados, os métodos de mensuração, com particular atenção para os sistemas de classificação empregados na análise da estratificação e para os métodos de discussão dos processos de mobilidade social.



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    Carlos Antonio Costa Ribeiro, UERJ:

    Desigualdades nas chances de mobilidade social no Brasil: 1973 a 1996

    O objetivo do estudo é analisar as taxas relativas de mobilidade em 1973, 1982, 1988 e 1996 no Brasil. Essas taxas são, freqüentemente, usadas como um indicador da rigidez ou fluidez do sistema de estratificação por classes sociais. Neste sentido, procuro responder à seguinte pergunta: será que a estrutura de classes brasileira se tornou mais fluída, mais rígida ou permaneceu apresentando o mesmo grau de rigidez? Com o intuito de responder a esta pergunta estimo modelos log-lineares de última geração, especialmente desenhados para comparar tabelas de dados categóricos. Os modelos estimados são conhecidos como regression type log-linear models, porque combinam características dos modelos de regressão linear e dos modelos log-lineares. O uso deste tipo de modelo para estudar as tabelas de mobilidade brasileiras possibilita uma análise acurada da variação da associação entre diversas combinações de classes de origem e de destino entre 1973 e 1996. Análises preliminares indicam que houve um aumento da fluidez social entre 1973 e 1982, ao passo que no período posterior entre 1982 e 1996 parece não ter havido mudanças no grau de fluidez da estrutura de classes. Conclusões mais detalhadas são apresentadas na comunicação.



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    José Pastore, USP; e Nelson do Valle Silva, IUPERJ:

    A análise dos processos de mobilidade social intergeracional no Brasil no último século

    O trabalho apresenta as últimas informações sobre mudanças na estrutura social do Brasil durante o século XX, quando a população brasileira migrou do campo para as cidades. Métodos de análise de tabelas de mobilidade social são analisadas e avaliadas pelo estudo, com ênfase na natureza da Mobilidade Social no Brasil.



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    2ª sessão: Novos modelos quantitativos


    Maria Celi Scalon, IUPERJ:

    Métodos quantitativos para a análise de processos de estratificação e mobilidade na sociedade brasileira

    Entre as várias áreas no campo da Sociologia é a de mobilidade social que mais tem desenvolvido técnicas quantitativas de coleta e análise de dados. É importante, entretanto, esclarecer que o objetivo da sofisticação técnica empregada nesses estudos é o conhecimento dos processos e padrões de mobilidade e suas conexões teóricas e substantivas com o entendimento da estruturação e da estratificação da sociedade. É possível identificar duas tradições de investigação em mobilidade social: na primeira a mobilidade é estudada no contexto de uma hierarquia social, em que o objetivo é observar a aquisição de status ou de prestígio; no qual são aplicados modelos de regressão, análises de trajetórias (path analysis) entre outros. A segunda refere-se ao contexto de estrutura de classe, cuja meta é observar os padrões de associação entre estratos e, com base nisso, analisar a estrutura de classes; neste caso, baseia-se na aplicação de modelos log-lineares, event history analysis e modelos logit multinomiais. A aplicação dos modelos log-lineares, desenvolvidos na década de 60, permitiu que se chegasse a conclusões interessantes sobre fluidez social. Minha proposta é realizar estudos que insiram o Brasil neste debate internacional e busquem responder às questões relativas ao grau de fluidez social, às mudanças ao longo do tempo na estrutura de classes, à competição entre indivíduos de diferentes origens e à diferenciação de oportunidades entre grupos sociais, especialmente de gênero e raça. Para tanto, é imprescindível que seja feita uma discussão sobre as técnicas de análise de dados e seus vínculos com diferentes perspectivas teóricas, além de um debate em torno do esquema de classificação para os estratos ocupacionais.



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    Jorge Alexandre Barbosa Neves, UFPE:

    Aplicação de um modelo linear hierárquico para o efeito da ocupacação em uma função minceriana de remuneração: o caso da indústria de transformações no Brasil, em 1988

    Neste trabalho é analisada a determinação da remuneração da mão-de-obra ocupada na indústria de transformação no Brasil e avaliado o papel exercido pela ocupação como fator causal da remuneração e como variável interveniente (mediadora) da relação entre escolaridade e remuneração. Os dados utilizados são oriundos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1988, do IBGE. Do ponto de vista metodológico, a principal contribuição do trabalho deve-se à aplicação de um Modelo Linear Hierárquico (Hierarchical Linear Model – HLM) à análise de funções de remuneração. Do ponto de vista teórico, são consideradas a abordagem do capital humano, a teoria funcionalista da estratificação social e a análise crítica (neomarxista/neoweberiana) de classe. Estas abordagens teóricas são utilizadas para a definição das hipóteses de pesquisa. O setor da indústria de transformações, no ano de 1988, é escolhido por representar um excelente exemplo do modelo fordista de organização industrial, que é a base de parte dos pressupostos teóricos da análise de classes (com origem no clássico estudo de Dahrendorf).



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    Jonathan Kelley, Berkeley Univ., e Archibald Orben Haller Jr., UFMG:

    Quem se beneficia do crescimento econômico? Brasil 1973-1988: métodos para estimação de mudanças sociais

    O trabalho emprega dados das Pesquisas Nacionais por Amostragem Domiciliar de 1973 e 1988 para testar a hipótese de que as classes trabalhadoras empobrecem nos primeiros estágios dos processos e industrialização. Usando dados sobre a situação de escolaridade dos pais bem como a dos respondentes, bem como a sua situação de trabalho, o estudo emprega métodos analíticos que possibilitam a mensuração do efeito dessas variáveis sobre a renda de todos os trabalhadores, homens e mulheres de todas as classes trabalhadoras. Os achados revelam que todas essas classe se beneficiam em aproximadamente igual proporção.



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    3ª sessão: Análise de mudanças nos sistemas de estratificação e mobilidade no Brasil


    Danielle Cireno Fernandes, UFPE:

    Raça, origem socioeconômica e desigualdade educacional no Brasil: uma análise longitudinal

    A comunicação investiga os determinantes da estratificação educacional no Brasil. Duas questões são levantadas: Que impacto o desenvolvimento socioeconômico tem na estratificação educacional? Qual é o papel da raça nesse processo? Teorias que abordam a questão da desigualdade educacional e racial são consideradas para construir as hipóteses. Entre os principais fatores causais analisados estão: nível educacional da mãe, nível educacional do pai, status ocupacional do pai, raça e gênero. Os dados utilizados são oriundos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE. A grande contribuição metodológica desse trabalho reside em uma análise de corte realizada para acessar as causas principais da desigualdade educacional no Brasil, cobrindo um período de mais de 80 anos. O trabalho utiliza uma metodologia (baseada em um modelo de Regressão Logística) que permite a separação entre os determinantes da desigualdade educacional e o processo de expansão da educação. Desse modo, é possível determinar se os padrões de desigualdade educacional são estáveis ou se interagem.



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    Letícia Junqueira Marteleto, Michigan Univ.:

    A transição demográfica e a transmissão intergeracional de educação: uso de análise de Coortes

    O objetivo deste trabalho é examinar o processo de transformação da transmissão intergeneracional da educação de coortes de crianças nascidas pré – e pós – transição demográfica, utilizando decomposições e simulações de resultados de regressões. Utilizando os dados das PNADs 1977 e 1997, foram estimadas regressões de mínimos quadrados para cada coorte, Nordeste, Sudeste e Brasil. A decomposição dos fatores explicativos da diferença da escolaridade entre coortes permite estimar: (1) a contribuição relativa da educação dos pais no acesso á escola e escolaridade de crianças em cada coorte; (2) simulações que permitem responder a perguntas relevantes para o estudo de estratificação, como por exemplo, qual seria a escolaridade das crianças da coorte mais velha se suas mães tivessem a educação das mães das crianças da coorte mais jovem? Ou seja, o ganho de escolaridade das coortes mais jovens é conseqüência de uma diminuição da desigualdade intergeneracional (efeito) ou de uma simples mudança na distribuição da educação das mães (composição)?



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    Elisa Lustosa Caillaux, UCAM, IBGE:

    Mobilidade ocupacional e gênero: uma análise com dados da pesquisa de padrões de vida 1996-1997

    As transformações na estrutura ocupacional do país ocorridas nas últimas décadas indicam um aumento da mobilidade decorrente da intensificação do processo de industrialização e de urbanização. Paralelamente, este período foi caracterizado pelo crescimento da participação feminina no mercado de trabalho e pelo aumento no número de famílias chefiadas por mulheres. O objetivo do estudo é analisar a mobilidade ocupacional ante as transformações recentes ocorridas no país. Ao acrescentar quesitos referentes à ocupação da mãe, a análise das informações da Pesquisa Padrões de Vida coletadas pelo IBGE em 1996/97 possibilitará preencher uma lacuna nos estudos de mobilidade, uma vez que a grande maioria das análises existentes podem estar mascarando a influência materna na escolha ocupacional dos (as) filhos (as) ao centrar a atenção na ocupação paterna. No estudo, são elaborados matrizes de mobilidade ocupacional comparando-se educação e ocupação de mães e filhas/filhos.
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