Quais os cuidados que devo ter para a criação de uma samambaia havaiana? Ela suporta receber bastante água?,

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Comprei um jarrinho com samambaias havaianas (mini) pra colocar em baixo de dreno que sai água do meu ar condicionado. Queria saber se ela vai aguentar receber uma quantidade grande ...mostrar mais
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  • Iva A respondido 7 anos atrás
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  • Miguel P respondido 7 anos atrás
    Os fetos ou samambaias são plantas vasculares que não produzem sementes - reproduzem-se por esporos que dão origem a um indivíduo geralmente insignificante e de vida curta (o protalo) que produz gâmetas para dar origem a uma nova planta.

    As plantas totalmente desenvolvidas, são formadas por um caule, normalmente um rizoma e as folhas, chamadas frondes neste grupo, são muitas vezes compostas ou recompostas, ou ainda em forma de língua, e possuem na sua face inferior (ou abaxial) pequenos órgãos chamados soros que contêm os esporos.

    Esta definição geral inclui, não só as conhecidas samambaias de grandes folhas verdes, mas também vários outros grupos de plantas que tradicionalmente foram classificados na divisão Pteridophyta, mas que actualmente são considerados em várias divisões.

    Este artigo refere-se às "verdadeiras" samambaias, incluídas num grupo, ainda sem nome científico, os Fetos leptoesporangiados (por partilharem o leptosporângio, ver abaixo). Este é o grupo mais diversificado de plantas verdes depois das espermatófitas, com mais de 12.000 espécies presentes no mundo, principalmente em climas tropicais.

    O esporófito das samambaias - a planta adulto|adulta que normalmente vemos - é formada por:

    Um rizoma, ou seja, um caule rastejante, em grande parte subterrâneo, sem nós e constituído apenas por tecidos primários (epiderme, parênquima, xilema e floema), embora algumas espécies desenvolvam um tronco vertical - os fetos arbóreos;
    Rizóides, normalmente finas e resistentes, nascentes nas bases das folhas;
    Frondes ou folhas verdes (com capacidade fotossintética) formadas por:
    Um pecíolo, também chamado estipe, cujas características são muitas vezes usadas para classificar os fetos em géneros e famílias;
    A lâmina, ou seja, a parte verde da folha, que é muitas vezes composta em pinas ou recomposta em pínulas; o eixo ou nervura central da lâmina tem o nome de raque ráquis;
    soros que são conjuntos de esporângios, normalmente na página abaxial das frondes - estas, também chamadas folhas ou frondes férteis podem ser diferentes das folhas vegetativas;
    Ao contrário das folhas das espermatófitas, que crescem lateralmente, as frondes dos fetos crescem a partir dum meristema apical, na sua extremidade, desenrolando-se à medida que crescem, num processo conhecido por vernação circinada.

    Venação das frondes dos fetos
    A maioria dos fetos possuem folhas com nervuras pinadas, com a nervura principal partindo do ráque e as nervuras secundárias repetindo o processo. Em algumas espécies, no entanto, as nervuras juntam-se numa teia (anastomosam-se; venação reticulada), em que a área fechada por nervuras se denomina aréola. Em casos raros, a venação pode ser completamente dicotómica, em que as nervuras partem aos pares de cada ponto e se ramificam também aos pares, sem nunca chegar a existir uma verdadeira nervura central. As folhas jovens de muitas espécies de fetos têm venação dicotómica, mas as folhas mais desenvolvidas têm geralmente uma nervura central distinta.


    Indumento dos fetos
    Nas samambaias ou fetos, o crescimento das epidermes de caules e folhas são comuns e variados, e estas características são bastante importantes na descrição e na identificação. As conseqüências simples compuseram de uma única pilha ou uma corrente de diversas pilhas é chamada geralmente os cabelos ou os trichomes. Trichomes que tem duas ou três fileiras paralelas das pilhas na base e em uma única lima das pilhas na ponta é chamado cerdas (setae). Umas conseqüências mais elaboradas que dêem forma a placas lisas de 3-20 ou mais fileiras das pilhas são escalas (paleae). As escalas podem ser unidas na base ou centralmente em um stalk pequeno. Uma das características mais distintivas de muitos cabelos e escalas é a presença de pilhas secretoras terminais ampliadas e arredondadas. Os cabelos glandular, chamados às vezes as glândulas, podem caracterizar a espécie particular. Tais glândulas não devem ser confundidas com os nectários, que são também estruturas secretoras. Os nectários são raros nos ferns e foram encontrados no fern do bracken e em determinados polypodies. Gametophytes de a maioria de ferns tende a ter os cabelos amaronzados ou incolores distintivos (rhizoids) esse aparentemente saque coletar a água e para escorar a planta.


    Esporângios dos fetos
    Os esporângios dos fetos chamados eusporangiados têm uma estrutura semelhante aos microsporângios das espermatófitas, com paredes formadas por várias camadas de células. Estes esporângios abrem normalmente por uma fenda transversal e podem porduzir centenas ou milhares de esporos. Nos fetos leptosporangiados, no entanto, o esporângio tem origem numa única célula-mãe e está reduzido a uma pequena cápsula formada por uma única camada de células, com um pedúnculo formado por tricomas, ou "pêlos" vegetais. Estes leptosporângios produzem sempre um número de esporos múltiplo de 16, na maior parte dos casos, 64. Algumas destas estruturas possuem um anel (anulus) formado por uma fiada de células de paredes mais grossas que as restantes, cuja forma é um factor de classificação das famílias de fetos.

    Os esporângios dos fetos podem formar-se solitariamente ou em soros que estão normalmente protegidos por uma parede chamada indúsia; em algumas espécies, esta protecção é formada por uma dobra da margem da fronde, passando a chamar-se falsa indúsia.


    [editar] Esporos dos fetos
    Os esporos dos fetos modernos são todos de um único tipo, e a taxa seria homoesporous. Os esporos individuais são na maior parte 20 -- 60 micrômetros no comprimento ou no diâmetro. Os spores podem ser tetrahedral ou quase globose, e a cicatriz (laesura) na superfície (proximal) interna pode ser triradiate; ou os spores podem ser mais ou menos reniforme ou feijão-dado forma e bilateral, com um único laesura reto. O tipo com o laesura do triradiate é chamado trilete, e esse com o laesura linear, monolete. Alguns ferns evoluíram a circunstância sabida como heterospory, em que dois tipos de spores são produzidos por uma espécie dada: spores pequenos na maior parte 20 -- 30 micrômetros de comprimento (chamado macho) e os spores grandes 200 -- 700 micrômetros no diâmetro (chamado fêmea).


    Cromossomas dos fetos
    As células-mães dos esporos, localizadas dentro dos esporângios em desenvolvimento, são muitas vezes usadas para estudar os cromossomas dos fetos. As espécies homósporas têm um elevado número de cromossomas, com o número básico (haplóide) variando entre 20 e 110; este número é dos mais elevados que se conhecem entre as plantas vasculares. Os fetos heterósporos têm um número básico de cromossomas muito mais baixo, da ordem dos que se conhecem entre as espermatófitas, ou seja, entre 7 e 11.

    Pela observação de cromossomos em meiose, pode determinar-se se a planta é um híbrido - nestes casos, a meiose é geralmente irregular e resulta em esporos mal formados.


    Gametófito dos fetos
    O gametófito das samambaias - protalo - é formado por:

    Um tecido muito simples, parenquimatoso e sem estrutura vascular - um talo - que pode ser aéreo e verde (com capacidade fotossintética, ou subterrâneo e saprófito, por vezes com rizóides, sobre o qual (ou embebidos no tecido) se encontram
    os gametângios - o masculino, denominado anterídeo, que produz anterozóides móveis (com cílios), e o feminino denominado arquegónio, em forma de garrafa, que contém o óvulo.
    Uma vez que os anterozóides são móveis, a sua maturação depende da presença de água, na qual estes gâmetas nadam até ao arquegónio para fecundarem o óvulo. A maioria dos protalos dos fetos são dióicos, ou seja, cada indivíduo produz apenas anterídeos ou arquegónios, promovendo assim a recombinação genética.

    alternância de gerações.


    Evolução e classificação dos fetos
    Os fetos ou samambaias apareceram pela primeira vez em fósseis do Período Carbónico (também conhecido por Período Carbonífero). Por volta do Período Triássico surgiram os primeiros fósseis com características de espécies modernas. A grande expansão das samambaias ocorreu no final do período Cretácico (Cretáceo), quando muitas das famílias atuais de fetos surgiram.

    Os fetos e samambaias têm tradicionalmente sido agrupados na classe Filices, mas algumas classificações modernas os incluem numa divisão própria do reino vegetal, conhecida como pteridófitas (em latim: Pteridophyta).

    Dois relacionaram os grupos das plantas, sabidos geralmente como ferns, são relacionados mais distante ao grupo principal dos ferns: os ferns do whisk (Psilófita) e as adicionador-lingüetas, os moonworts e os uva-grape-ferns (Ophioglossophyta). O Ophioglossophytes foi considerado anteriormente ferns "verdadeiros", e agrupado na família Ophioglossaceae, mas encontrado subseqüentemente para ser relacionado mais distante. Alguns sistemas de classificação incluem o Psilopytes e o Ophioglossophytes na divisão Pteridophyta, quando outros lhes atribuírem divisões separadas. O phylogeny moderno indica que o Ophioglossophytes, o Psilopytes, e os ferns verdadeiros constituem junto um grupo monophyletic, descido de um antepassado comum. Os ferns "verdadeiros" podem ser subdivididos em quatro grupos principais, ou classes (ou ordens se os ferns forem considerados como uma classe):

    Marattiopsida
    Osmundopsida
    Gleicheniopsida
    Pteridopsida
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