Frases sobre meio ambiente = vale 10 pontos?

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  • DBN respondido 8 anos atrás
"A natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a sua ganância"

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5 de 5
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Outras respostas (17)

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  • marcondes008 respondido 8 anos atrás
    Só depois que a ultima árvore for derrubada e o ultimo rio poluido o homem percebera que dinheiro não se come.

    Fonte(s):

    Existe, mais não lembro
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  • zinedine respondido 8 anos atrás
    "A natureza e o grande tesouro que Deus nos deu , cuidemos dela".
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  • jose b respondido 8 anos atrás
    NÃO DESTRUA! PRESERVE!

    NÃO MATE O SEU FUTURO!
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  • Markinho respondido 8 anos atrás
    Pra que ter olhos azuis, se eu posso ter vermelho, com o verde da natureza.
    essa vale 10.
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  • dralliun respondido 8 anos atrás
    Respeitar o meio ambiente é coisa para gente inteligente!
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  • Miguel P respondido 8 anos atrás
    Tal como a Mulher é a Mãe da Humanidade, assim a Árvore é a Mãe da Floresta!...
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  • Viajante respondido 8 anos atrás
    É nosso dever proteger o maior patrimônio nacional, pois a nação que destrói o seu solo,destrói a si mesma.

    Nenhuma abundância de recursos resiste ao impacto de uma exploração sem retorno

    O homem, com a ajuda da natureza consegue tudo o que quer

    A natureza trabalha em silêncio e não se defende, mas se vinga.

    Seja íntegro. Não faça as coisas pela metade. Não preserve apenas o meio ambiente, preserve todo ele

    Espero ter ajudado!!
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  • vivi. c respondido 8 anos atrás
    Cada um faz sua parte a natureza agrades-se.
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  • rocsoledade respondido 8 anos atrás
    A natureza, depois da familia, é o maior bem que DEUS nos deu....
    Todos os dias agradeço por poder usufruir dessas tão maravilhosas bênçãos!
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  • pussycat respondido 8 anos atrás
    em uma viagem:
    "da natureza levamos as fotos e lembranças e só deixamos as pegadas"
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  • Hedsons respondido 8 anos atrás
    Na natureza só o que abunda é que sobrevive
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  • Luiz Gustavo respondido 8 anos atrás
    cuide do meio ambiente, não é ele que cuida de voce
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  • |Oo|Massa|oO| respondido 8 anos atrás
    a preservação ambiental e o desenvolvomento economico esta bem na sua frente eh soh vc qrer !!!
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  • ISRET55 respondido 8 anos atrás
    pra que eu quero um meio ambiente...se posso tê-lo por inteiro?.
    abraços
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  • Portuga respondido 8 anos atrás
    ...Se todo o CIDADÂO planta-se uma Àrvore. O meio Ambiente era nota 10.
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  • Woodpeak respondido 8 anos atrás
    Não coloque a madeira no molhado!!!
    Para aqueles que utilizam os rios como meio de estocagem e transporte das árvores derrubadas.
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  • petypss respondido 8 anos atrás
    Já, há algum tempo, o processo de incorporação, na sociedade brasileira, de temáticas, preocupações e práticas associadas à questão ambiental tornou-se objeto de investigação. A lição que se depreende desses trabalhos é a de que, embora haja obstáculos, o Brasil apresenta um solo propício para a emergência e incorporação da temática ambiental . Promovendo de forma persuasiva esse argumento, o conceito de "ambientalismo multissetorial" aponta para o fato de que o ambientalismo, no Brasil, deixou de ser monopólio de um grupo restrito para tornar-se objeto de domínio público1.

    O esforço de maior envergadura no sentido de identificar a assimilação da questão ambiental por parte da sociedade brasileira foi o programa de pesquisa "O que o Brasileiro Pensa da Ecologia" . De modo geral, a pesquisa mostra o interesse de parcela significativa da população em relação ao meio ambiente. Porém, o que mais surpreende é que o brasileiro, independente de seu nível de renda e escolaridade, revela não apenas preocupação com a questão ambiental, mas também uma forte adesão a valores ambientalistas, inclusive aqueles considerados mais radicais2, e a preferência por estes quando comparados com valores materiais3.

    Se, por um lado, o contexto e as dificuldades associadas ao pioneirismo dessa pesquisa, no Brasil, não permitem atribuir à opinião pública brasileira um perfil "pós-materialista" ou, até mesmo, "ecocêntrico", por outro, a conclusão mais geral, indicando a forte presença do interesse e preocupação ambientais, no Brasil, tornou-se ainda mais fortalecida com a divulgação dos resultados obtidos em outras pesquisas, em âmbito internacional, realizadas na mesma época e que também incluíram o Brasil. Embora as análises elaboradas a partir dessas pesquisas defendam teses distintas a respeito das causas que, em cada sociedade, seriam responsáveis pelo interesse em relação à qualidade do meio ambiente, elas apontam para a mesma direção: a ampla difusão, em dimensão global, da preocupação ambiental.

    No entanto, no caso específico do Brasil, há que se levar em consideração que a opinião pública a respeito do meio ambiente não se manifesta em um contexto consolidado de controvérsias — incluindo, até mesmo, posições contrárias à proteção ao meio ambiente —, de experiência contínua dos custos e benefícios das decisões tomadas em prol da proteção ambiental e de ampla veiculação do "saber ambiental" e de informações a respeito do que se convencionou chamar de "condições do meio ambiente".

    Atento a essa especificidade, o presente artigo investiga a dinâmica de incorporação social da variável ambiental, levando em consideração dois aspectos: a sua dimensão local e o contexto de conflito. Desloca-se, portanto, do enfoque genérico, que recai sobre a oscilação da atenção e preocupação difusas em relação ao meio ambiente , para a compreensão do conflito local entre setores sociais específicos, em torno do qual são geradas, sedimentadas e veiculadas ações e compreensões distintas associadas ao meio ambiente enquanto problema social.

    O artigo inicia-se com a definição de seu enquadramento teórico, adotando uma perspectiva construtivista para investigar as arenas de ação e debate públicos. No centro desta perspectiva, encontra-se o conjunto de práticas e argumentos que organiza a disputa em torno da definição de assuntos públicos. Em seguida, a especificidade do meio ambiente enquanto assunto público é analisada em termos da tensão e das possibilidades geradas pela polarização entre, de um lado, a qualidade universal desse "bem público", e, do outro, o caráter particular das compreensões expressas em contexto de conflito. A terceira parte dedica-se à investigação da dinâmica local da disputa em torno da definição do meio ambiente enquanto problema social. Após identificar as demandas e os atores envolvidos nos conflitos ambientais, no Rio de Janeiro, apresenta-se, na forma de "pacotes interpretativos", os principais esquemas argumentativos veiculados.



    ARENAS PÚBLICAS E DEFINIÇÕES DOS PROBLEMAS SOCIAIS

    No campo das ciências sociais, a condição de possibilidade para tornar o "debate público" campo legítimo de investigação reside no resgate da argumentação como característica essencial de seu objeto de estudo. Isso implica conceber a vida social e política como arena argumentativa, onde os partidos políticos, os grupos organizados e o governo participam de um permanente processo de debate.

    Todo esse processo é sediado no "sistema de arenas públicas" , onde estão em curso as atividades reivindicatórias de grupos, o trabalho da mídia, a criação de novas leis, a divulgação de descobertas científicas, os litígios e a definição de políticas públicas. Nota-se, portanto, que o sistema de arenas públicas constitui-se, simultaneamente, em espaço de ação e de debate. Na dinâmica que envolve a complementaridade dessas duas dimensões, ocorre o processo de definição dos problemas sociais e dos temas emergentes e salientes.

    Adotando esse ponto de vista, um número crescente de estudos no campo das políticas públicas e, principalmente, na área da definição de agenda concebe o debate público como espaço específico de manifestação do conflito social e os recursos argumentativos, em associação com um repertório de atividades, como os instrumentos próprios desse tipo de disputa. Seja ela vista em termos do conflito que definirá a policy image que se tornará dominante, do desdobramento de "atividades reivindicatórias" por parte de grupos organizados, da "política de definição de problemas" ou do embate entre os "pacotes interpretativos" que constituem a cultura de um assunto público, a dinâmica social em torno da definição de problemas sociais configura-se como fenômeno de grande relevância no desdobramento da vida política.

    As conseqüências desse tipo de disputa, embora, em muitos aspectos, sejam tão intangíveis quanto a qualidade dos recursos de que dispõem, materializam-se, por exemplo, na definição dos "públicos-alvo", na criação e reformulação de órgãos públicos, enfim, no conjunto de procedimentos que constituem o domínio das políticas públicas. Além disso, ela não apenas expressa, mas também repercute, de forma incisiva, sobre a opinião pública, assim como sobre as instituições do sistema de arenas públicas envolvidas em tal processo.

    Para elaborar e tornar operacional uma perspectiva argumentativa no estudo dos fenômenos sociais, autores trabalhando em disciplinas distintas vêm recorrendo a diversos conceitos, tais como "idiomas retóricos" e "repertórios discursivos" . Dentre eles, o conceito de "pacote interpretativo" — utilizado neste artigo como recurso analítico — é especialmente adequado para explicar a dinâmica por meio da qual se organiza e evolui o debate público em torno de um determinado assunto.

    A idéia de "sistema de arenas públicas" sugere a saliência dos assuntos que nele circulam. Supõe-se, antes de mais nada, a visibilidade das ações e dos debates a ele associados. Entendendo o meio ambiente como assunto ainda em via de se consolidar, no Rio de Janeiro, o foco deste artigo incide sobre arenas específicas, nas quais é possível identificar "ensaios" no âmbito da ação coletiva e a formação de argumentos a respeito do meio ambiente enquanto problema social. Os conflitos ambientais definem essas arenas e os argumentos apresentados pelos atores envolvidos expressam alguns dos "pacotes interpretativos" emergentes.



    A DINÂMICA DO MEIO AMBIENTE ENQUANTO ASSUNTO PÚBLICO

    O debate público em torno do meio ambiente enquanto problema social é atravessado pela polaridade universal/particular. Esta polaridade expressa as tensões e articulações possíveis entre, de um lado, a atribuição de universalidade ao interesse em relação ao "problema ambiental" e, de outro, a inserção "local" das visões em disputa (Fuks, 1996).

    Em termos mais específicos, a universalidade em questão é aquela, hoje, atribuída ao ambientalismo enquanto fenômeno social complexo. Isso pode ser identificado em diversas manifestações, como, por exemplo, na teoria social e nas formulações jurídicas relativas à questão ambiental. Vista desse ângulo, a singularidade do ambientalismo é atribuída à sua base social virtual, tão ampla quanto a própria humanidade. O interesse e a participação na luta pela defesa do meio ambiente não estariam, portanto, circunscritos nem a vínculos de classe, e tampouco a vínculos de identidade mais amplos, como aqueles definidos por etnia ou gênero.

    Outra forma de apreciar o caráter universal do meio ambiente diz respeito à sua qualidade de "bem público". Nesse caso, assim como os bens públicos produzidos pelo Estado, a proteção do meio ambiente visa ao atendimento de algo definido como uma necessidade da sociedade como um todo. Uma das formulações mais bem elaboradas do meio ambiente enquanto bem público encontra-se na legislação. No âmbito do direito internacional, o meio ambiente vem sendo considerado, desde a década de 70, um "bem comum da humanidade" e vem evoluindo no sentido de se referir ao "interesse comum da humanidade" . Em sintonia com esses princípios, no Brasil, o elemento comum, dentre os princípios que presidem a proteção jurídica do meio ambiente, é a universalidade do sujeito, assim como do objeto desse interesse: ao elegê-lo como um bem público, o legislador supõe a existência difusa e homogênea desse interesse por toda a sociedade (Mancuso, 1991).

    No entanto, essa "vocação universalista" do meio ambiente não está isenta de questionamentos. Em comum, seus porta-vozes entendem que, em maior ou menor grau, o meio ambiente constitui apenas o bem coletivo de um grupo restrito, seja porque a proteção ambiental expresse um valor socioespacialmente localizado, ou porque os benefícios da proteção ambiental tendem a se concentrar em determinadas coordenadas socioespaciais. A base empírica que confere legitimidade a esse tipo de argumento é a associação entre as variáveis renda e escolaridade, de um lado, e o interesse e a mobilização em torno da proteção ambiental, de outro.

    Essa associação permite três tipos de consideração a respeito do caráter restrito dos interesses associados à proteção ambiental: 1) o meio ambiente não se apresenta como questão relevante para as classes sociais que ainda não têm asseguradas as condições básicas de sobrevivência ; 2) ainda que o meio ambiente possa ser considerado um bem de uso comum, cuja proteção interessa ao conjunto da sociedade, os custos e os benefícios de sua proteção são desigualmente distribuídos , variando em função dos recursos de que dispõem os diversos grupos para atuar no contexto da política local ; 3) a universalidade do meio ambiente expressa o projeto de um determinado grupo no sentido de tornar universais seus valores e interesses .

    A partir deste último questionamento da vocação universalista do meio ambiente, pode-se entrever a dimensão discursiva do conflito em torno da questão ambiental. No entanto, o presente artigo não acolhe a perspectiva a partir da qual são formulados esses questionamentos, salientando o particularismo radical e inescapável a que, ao mesmo tempo, remetem e conduzem a ação e o debate públicos em torno da proteção ambiental. A perspectiva adotada entende a dinâmica social em torno da definição do meio ambiente enquanto problema social como sendo regida pelas tensões e possíveis articulações entre o caráter universal da formulação pública/estatal do conceito de meio ambiente e a inevitável particularidade das enunciações contextualizadas a seu respeito.

    Temos, então, de um lado, certos recursos argumentativos em ressonância com aquilo que Gusfield chama de "cultura pública", tal com definida na lei e expressa nos pronunciamentos dos atores que se situam na esfera estatal, proporcionando uma referência comum para o debate público. De outro lado, esse quadro de referência universalista é complementado pelas disputas locais, organizadas a partir de um conjunto de ações, demandas e argumentos veiculados pelos atores em conflito.

    Disso se conclui que a definição de meio ambiente enquanto problema social não é apenas resultado de uma universalidade conceitualmente deduzida, mas depende, igualmente, de disputas localizadas que, em condições ideais, envolvendo uma participação socialmente difusa, apontam para uma universalidade socialmente construída.

    Essa dimensão local da definição de meio ambiente enquanto problema social será o objeto de investigação do restante deste artigo, cujo foco recairá sobre os conflitos judiciais em torno da proteção do meio ambiente no Rio de Janeiro 4. Antes de tratar dos recursos propriamente argumentativos, será apresentado um breve perfil desses conflitos no Rio de Janeiro, tendo como finalidade identificar os principais atores mobilizados e os alvos de suas ações. Isso permitirá saber que setores sociais estão habilitados a participar do debate público em questão e que reivindicações alimentam as versões, por eles veiculadas, a respeito do meio ambiente enquanto problema social.



    A FORMAÇÃO DO SENTIDO LOCAL DO MEIO AMBIENTE ENQUANTO PROBLEMA SOCIAL

    Um Perfil dos Conflitos Ambientais no Rio de Janeiro

    Os dados disponíveis revelam que os litígios envolvendo a proteção do meio ambiente5, no Rio de Janeiro, têm como principal protagonista o Estado. Seja na esfera do Ministério Público6, por meio dos órgãos de controle ambiental, na atuação dos procuradores do Executivo ou nas atividades desenvolvidas por empresas estatais, o Estado ocupa o lugar central nos conflitos judiciais envolvendo a proteção do meio ambiente no Rio de Janeiro7. Os processos judiciais acabam, muitas vezes, reduzindo-se a um conflito entre dois setores do próprio Estado, cabendo ao Ministério Público a função de proteger judicialmente o meio ambiente contra as agressões causadas pela ação ou omissão da máquina administrativa ou pelas atividades (serviços e produção) exercidas pelo Estado.

    No âmbito da sociedade civil, a visibilidade do ator mobilizado na defesa judicial do meio ambiente diminui na proporção direta da distância — expressa, simultaneamente, em termos sociais e espaciais — em relação às classes média e alta organizadas e residentes nos locais da cidade mais próximos da orla marítima e mais bem servidos pelas amenidades geradas por recursos ambientais e públicos. Ou seja, à medida que nos afastamos da Zona Sul8 e de grupos organizados dessa área da cidade, percebemos uma decrescente mobilização social em torno da defesa do meio ambiente.

    Isso não significa que os demais setores da população não apresentem denúncias de danos ambientais ao Ministério Público. No entanto, estas são encaminhadas por indivíduos ou por um conjunto de indivíduos, muitos dos quais, em virtude de ameaças ou buscando uma solução individual, acabam "abandonando" a causa e, em muitos casos, até mesmo a localidade onde residem. A participação opaca, intermitente e desorganizada desses setores da população não assegura condições para que as suas demandas e a sua visão acerca do meio ambiente adquiram o grau de visibilidade necessário para a participação nas arenas de debate e ação públicas.

    Esse quadro explica por que aumenta o número dos conflitos ambientais à medida que nos aproximamos da região que se estende de São Conrado ao Recreio dos Bandeirantes, incluindo a Baixada de Jacarepaguá. Se ampliarmos essa área de modo a incluir os bairros da Zona Sul, temos, aproximadamente, 60% do total dos processos de proteção ao meio ambiente da cidade. Parcela significativa dos setores das classes média e alta cujos "estilos de vida" estão associados à proteção do meio ambiente, mudou-se nas últimas décadas para essas áreas da cidade. Temos, então, em um mesmo contexto sociogeográfico, o processo de expansão da cidade e o ator que, além de estar culturalmente motivado, conta com recursos organizacionais para tornar pública as suas demandas de proteção ambiental. São esses os ingredientes de grande parte dos conflitos ambientais no Rio de Janeiro
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