Abalos sismicos/terremotos
Não é possível prever a ocorrência de terremotos em nenhum lugar do planeta, no entanto, áreas próximas ao encontro de placas tectônicas como, por exemplo, a placa Sul-americana com a placa de Nazca, no extremo oriente em regiões com proximidade com o Japão, lugar onde se encontra diversas placas de tamanhos menores, são propícias à ocorrência de tal fenômeno.
Os terremotos podem ser medidos, para realizar a medida da intensidade dos tremores foi criada uma escala, seu mentor foi o sismólogo Charles Francis Richter, de origem norte-americana. Ele elaborou uma escala que varia de 0 a 9 graus que corresponde ao volume de energia liberada no tremor, desse modo, foi padronizada internacionalmente a medida para avaliar os terremotos através da escala Richter, em homenagem ao criador.
VULCÕES
Os arcos de ilhas e margens orogênicas continentais são o lugar de maior concentração da atividade vulcânica e reúnem dois terços dos vulcões ativos da Terra.
Os vulcões mais conhecidos, como o Vesúvio, na Itália; o monte Santa Helena, no sul do oceano Atlântico; e o Fujiyama, no Japão, classificam-se como estrato-vulcões, formas vulcânicas compostas de lava e material piroclástico. Esse tipo de vulcão geralmente tem sua forma modificada devido à natureza explosiva. Finalmente, os depósitos vulcanoclásticos são acumulações de rochas piroclásticas como aquelas da ilha Norte, na Nova Zelândia, ou do Parque Yellowstone, nos Estados Unidos.
A montanha mais alta do planeta é um vulcão dentro do mar! Ele começa no fundo do oceano e mede 10 mil metros de altura. Seu pico emerge da água: ele forma a ilha da Havaí, no oceano Pacífico.
Fonte(s):
Eu