ola amiga . sim os seus sintomas sao normal do proprio transtorno do panico , eu tenho simdrome do panico , e tenho esses sintomas igualsinho , e tmbem me da outros sintomas , como aceleraçao cardiaca , vertige , calafrios , enquietude , dor na cabeça acompanhada de um vazio que eu nao entendo , olha eu tinha o vasio mas hoje raramente me da esse vasio pois faso tratamento a dois anos e meio , mas nao c preocupe , eu te aconselho a ir num neurologista para um xecap , e seu psquiatra , esta bem mas nao desanime e nao c apavore isso é normal da propria doença . te desejo melhoras . E LEAI ESTA MATERIA A BAIXO É MUITO INTERESANTE . FICA COM DEUS
Receio ao sair de casa, sensação de morte iminente, cada vez mais, a síndrome do pânico abala a vida e a carreira profissional de muitas pessoas.
ERIKA SILVA
GABRIELLA JORDÃO
Falta de ar, taquicardia, sensações de sufoco e medo de morrer. Em contra partida os exames médicos do estômago, pulmão e coração não mostram nenhum diagnóstico de doença. O que pensar? Qual é a explicação para todos esses sintomas? Estamos falando de um transtorno que ataca 3,5% da população brasileira, a síndrome do pânico.
A jornalista Elisa dos Santos (*), moradora de Diadema, teve diversos sintomas que a preocupavam, mas não ao ponto de procurar ajuda médica. Até que um dia teve uma crise muito forte no trânsito e largou o carro em frente ao parque do Ibirapuera, em São Paulo.
A síndrome do pânico ou transtorno do pânico é acarretada por ansiedade acima do normal, causada principalmente na fase adulta por ter havido uma crise existencial, traumas de infância, estresse, crises de relacionamento ou até mesmo por ter possuído pais ansiosos ou depressivos quando eram crianças. A faixa etária mais vulnerável é dos 20 aos 40 anos.
A psicóloga Patrícia de Gennari conta que as mulheres são mais afetadas que os homens por ter, na maioria das vezes, uma jornada dupla de trabalho ou alterações hormonais, mas ao mesmo tempo são elas que procuram o médico mais cedo, tendo assim maior chance de alcançar a cura.
“Eu tive minha primeira crise aos 14 anos de idade e só fui diagnosticada com síndrome do pânico aos 21 anos em uma das minhas idas ao pronto socorro. Eu sentia muita falta de ar, nó na garganta, taquicardia e sensação de morte. Esses episódios ocorreram durante anos e fiquei internada três vezes, como os médicos não sabiam o que eu tinha, recebi tratamento de diversas doenças como asma, pois meu pior sintoma era a falta de ar. Fui levada para o pronto socorro e, por sorte, o médico que me atendeu era residente em Psiquiatria. Foi ele que chegou mais próximo do que eu tinha, pela primeira vez em anos”, relembra Elisa.
O transtorno do pânico foi diagnosticado pela primeira vez em 1980. Freud definiu a doença como “histeria de angústia”. Hoje, ele já é analisado por psicólogos e psiquiatras como uma experiência de ansiedade levada ao extremo. Por isso é essencial tentar diferenciar uma crise de ansiedade de uma síndrome do pânico. “A pessoa com síndrome do pânico possui crises de ansiedade que a deixam num estado de extrema vulnerabilidade, perdendo a confiança em si própria”, explica a psicóloga.
Os primeiros sintomas são alterações visíveis no corpo como: taquicardia e falta de ar. Com o desenvolvimento do transtorno os sintomas vão ficando mais acionados virando uma verdadeira bola neve que, muitas vezes, se não controlada pode acabar até com suicídio. “Meu pior sintoma era a falta de ar, que sufocava a garganta. Eu chegava a desmaiar, com os lábios e unhas roxas. Tinha muito dor no peito, formigamento, e certeza de que iria morrer em uma daquelas crises” relata a jornalista.
Uma das grandes conseqüências causadas pelo transtorno é que os sintomas influem e prejudicam a vida pessoal e profissional do doente. Na época dos transtornos, Elisa deixou de realizar as coisas de sua vida gradualmente. “Como eu tinha crises durante a madrugada, eu passei a dormir no quarto dos meus pais quando não estava bem. Aos poucos deixei de dirigir, pois tinha ataques no trânsito, depois os ataques começaram dentro do transporte público, então minha mãe me levava e buscava no trabalho e assim foi indo. Parei também de sair com os amigos, pois tinha crises em lugares fechados".
Tratamentos - A psicóloga Patrícia Gennari acredita que, primeiramente, o melhor tratamento é procurar ajuda médica o quanto antes. Feito isso, dependendo do grau de desenvolvimento do paciente deve-se ter seções de psicanálise, e na maioria das vezes controle com antidepressivos. A terapia é fundamental para que a pessoa encare seus medos e volte a ter segurança para realizar suas atividades do dia-a-dia. “Por causa da ansiedade eu tenho uma insônia forte, então tomo medicamentos para isso. Mas, trabalhar o relaxamento da mente e a autoconfiança é fundamental para tentar manter o equilíbrio”, conta Elisa.
Já para o psiquiatra Cláudio Abuchaim, colaborador do Portal ABC da Sa
Fonte(s):
EXPERIENCIA PROPRIA .