“Eu os declaro marido e mulher. Na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença. Até que a morte os separe”. Isso é o que diz um religioso quando abençoa um casamento. No entanto, seu discurso deveria ser outro: “até que a falta de sexo os separe” e não “até a morte”, pois para que um casal se divorcie não é necessário muita coisa. E, com a mesma rapidez que as pessoas têm pra se casarem, elas a tem para romper com seus laços de união ou de um simples compromisso sexual, que talvez seja hoje o atual significado de um matrimônio, já que valores como o amor, a compreensão, o respeito e a paciência pelo(a) parceiro(a) se perdem por qualquer coisa.
Quem se casa acredita também que seu mundo está completo, porque encontrou sua alma gêmea. Isso só acontece, caso a união tenha sido por amor. Porém, nem sempre é como se supõe. A vida dá voltas e mais voltas, e às vezes, mesmo quando se casa, parece que tudo continua no mesmo lugar, que nada mudou, embora não se tenha mais o privilégio em voltar atrás e arrumar tudo como antes ou como deveria ter sido.
Bem, apesar de eu desejar o melhor pra você, sugiro que curta o máximo de teu “amor”, não até que a morte os separe, porque talvez esta demore muito ou então, venha mais depressa do que imagina, e também porque não quero tornar a coisa aqui melancólica. Não gostaria te fazer pensar em algo que ainda não aconteceu. Viva o hoje e curta seu “alguém” até que a falta de sexo os separe, pois esta pode ser suprida por outra pessoa, mas um amor nem sempre, e se possível, às vezes chega atrasado.
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Encontrei esse texto em um Blog achei bem interessante e resolvi dividir com vcs, espero que gostem.
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